PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA SÁBADO SANTO (Mt 28,1-10)(04/04/26)
Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
sábado, 4 de abril de 2026
Iluminados pela Luz de Cristo ressuscitado...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA SÁBADO SANTO (Mt 28,1-10)(04/04/26)
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Só é possível aceitar a cruz e o sofrimento mediante a fé...
Homilia da sexta-feira da Paixão e morte do Senhor (Jo 18,1–19,42)(03/04/26)
1. Caríssimos, em nossa finitude compeendemos que a morte é uma realidade que nos acompanha a cada momento, mas ela é também um grande mistério, desvendado por Cristo que não se poupou, mas por nós se entregou ao Pai como oferta de suave odor para nos livrar do pecado e da morte eterna.
2. De fato, a morte nos incomoda, e de certo modo nos dá medo por não conhecermos o devir, o nosso vir a ser; todavia, por sua morte de cruz o Senhor Jesus nos tranquilizou ao vence-la por sua obediência e amor incondicional ao Pai.
3. E tudo isso Ele fez porque nos amou até o fim e o demonstrou ao dar a sua vida em resgate pela nossa para que a morte nunca mais nos incomodasse ou gerasse medo por não conhecermos o nosso destino eterno.
4. Todavia, para isso o Senhor Jesus nos deu a fé, o seu exemplo de amor e obediência ao Pai que o ressuscitou dos mortos e nos fazendo ressuscitar com Ele; para assim vencermos esse mistério que ultrapassa as nossas forças e o nosso entendimento natural.
5. A Carta aos Hebreus nos ensina como o Senhor Jesus venceu a morte e os inimigos que levam à ela: "Nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade.
6. Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve. E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem." (Hb 5,7-9).
7. Portanto, caríssimos, o que significa para nós a morte do Filho de Deus? Significa o retorno ao estado de graça, a volta para a casa do Pai, a nossa participação na sua natureza Divina, e a felicidade eterna no Reino de Deus.
8. Destarte, sigamos confiantes como o Senhor Jesus nos ensinou: "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais." (Jo 14,1-3).
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
A Eucaristia, é o sacramento da Caridade...
Quinta-feira Santa - Missa da Ceia do Senhor (Jo 13,1-15)(02/04/26)
quarta-feira, 1 de abril de 2026
É horrível a ganância e a frieza de um traidor...
QUARTA-FEIRA SANTA (Mt 26,14-25)(01/04/26)
1. Caríssimos, a quarta-feira da Semana Santa, é o dia em que se encerra o período quaresmal. Em algumas igrejas, celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos, com Nossa Senhora das Dores. E também algumas igrejas celebram o ofício das trevas, lembrando que o mundo já estava em trevas quando da proximidade da morte de nosso Senhor Jesus Cristo.
2. O evangelho de hoje, narra a traição de Judas, descrevendo como este foi ter com os chefes dos sacerdotes, a quem se ofereceu para trair o Senhor Jesus. Aceitando trinta moedas de prata, o preço de um escravo fugitivo, como recompensa da sua traição.
3. Meditando este Evangelho o que aprendemos para não cair na mesma tentação de Judas? Ora, a traição é o tipo de comportamento em que o ser humano perde completamente o senso do amor fraterno, gerando, com isso, o desprezo do próximo, digamos que é um mergulho no mais profundo da maldade, por isso, leva ao desespero o infrator que a comete.
4. Ora, é interessante notar que Judas conviveu intimamente com o Mestre, presenciando seus milagres e ensinamentos de amor, e ainda assim escolheu a traição. Isso revela a profundidade do livre-arbítrio; e quanto a falta de vigilância leva à perda do mesmo.
5. De fato, Deus não anula a nossa vontade, mesmo quando decidimos seguir caminhos de autodestruição; a traição não foi algo imposto, mas uma escolha cultivada no silêncio do coração do traidor. Ou seja, quem se desliga do essencial que recebe, perde a perfeita comunhão com Deus seu doador. O inferno nada mais é do que a total ausência de Deus na alma.
6. Por fim, vemos nessa narração uma advertência severa sobre o destino do traidor, afirmando que "teria sido melhor não ter nascido". Ora, aqui não se trata de uma condenação vingativa, mas de uma constatação da tragédia existencial de quem se fecha totalmente ao amor e ao perdão.
7. Destarte, a traição de Judas serve como um espelho para as nossas traições pessoais, convidando-nos à vigilância e à lealdade. Lembrando-nos que a eternidade que desejamos, nós a estamos vivendo a partir das nossas escolhas e decisões usando para isso o nosso livre arbítrio.
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.

