Homilia do 2°Dom da Páscoa (Jo 20,19-31)(12/04/26)
A CAMINHO DA ETERNIDADE
Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
domingo, 12 de abril de 2026
Meu Senhor e meu Deus!
Homilia do 2°Dom da Páscoa (Jo 20,19-31)(12/04/26)
sábado, 11 de abril de 2026
A tristeza é inimiga da fé...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 16,9-15)(11/04/26)
1. Caríssimos irmãos e irmãs, acolher e conviver com Jesus Ressuscitado e seguir os seus passos anunciando a sua ressurreição, é o que realmente dá sentido à nossa vida e vocação de filhos e filhas de Deus. Por isso, não tem como pensar a vida sem Cristo, porque somente Nele temos vida eternamente.
2. Por isso, muita atenção para não perdermos essa feliz comunhão com Ele por causa das distrações deste mundo. Tempo é vida e a quem damos o nosso tempo, damos também com ele a nossa vida. Por esse motivo, façamos um diagnóstico de nossas almas e vejamos como se encontram; qual o grau de intimidade com o Senhor Jesus e a Sua Santa Mãe? Quanto tempo lhes dedicamos?
3. No Evangelho de hoje, os Apóstolos deram tempo à tristeza e permaneceram nela, por isso, não acreditaram prontamente quando lhes anunciaram que Jesus havia ressuscitado dentre os mortos; foi preciso que Ele lhes anunciasse pessoalmente para que voltassem a crer e deixar o desânimo fora de suas almas.
4. De fato, quando damos a Deus o que somos e vivemos, todo o nosso tempo é dedicado à realização da Sua Santa Vontade. Pois a fé recebida no batismo é a certeza de que o Senhor Jesus está vivo conosco garantindo o nosso testemunho, como vimos acontecer com Pedro e João na primeira leitura.
5. Decerto, que esse exemplo apostólico sirva de lição para nós, como meditamos no livro do Eclesiástico: "Não entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus pensamentos. Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme; concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de ti, pois a tristeza matou a muitos, e não há nela utilidade alguma." (Eclo 30,22.24-25).
6. Portanto, caríssimos, escutemos com atenção estas palavras de são João: "Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo. O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente. (1Jo 2,15-17).
7. Destarte, ao renovarmos nossa fé e confiança na vitória de Cristo sobre a morte, tornamo-nos verdadeiras testemunhas da esperança. Que, a exemplo de Maria Santíssima, saibamos guardar a Palavra em nossos corações e converter nosso tempo em eternidade, cumprindo com alegria a vontade do Pai até o dia do nosso encontro definitivo com Ele na sua glória eterna.
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Não podemos nos deixar abater pelo desânimo
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 21,1-14)(10/04/26)
1. Caríssimos, o nosso viver é feito de evidências e convicções, e tudo isso baseado na verdade que somos e cultivamos. Todavia, quando perdemos os motivos que dava sentido à essas convicções, também nos perdemos e por isso nos dispomos voltar aos nossos antigos planos, porém, não mais com o mesmo entusiasmo que tínhamos antes; é como se perdéssemos a esperança e tudo o que a alimentava.
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2. Com efeito, é assim que vemos os Apóstolos ao meditarmos o Evangelho de hoje. Vejamos o relato: "Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse a eles: “Eu vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”. Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite."
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3. De fato, para quem tinha recebido do Senhor Jesus este convite: "Vinde a mim e eu farei de vós pescadores de homens." Após a sua trágica morte, virem esse sonho de liberdade eterna se desvanecer, foi realmente um terrível golpe, algo muito triste e doloroso de ser suportado. É como se tudo voltasse ao nada, à estaca zero.
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4. Decerto, por este episódio da pesca milagrosa compreendemos que Deus age sempre quando mais necessitamos; exatamente para nos livrar do pecado da autossuficiência, pelo qual nos achamos no controle de tudo, descartando até mesmo a graça da sua divina providência.
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5. Portanto, caríssimos, encontrar Jesus ressuscitado em meio ao desânimo e frustração de uma noite toda de trabalho sem nada conseguir além do cansaço, foi realmente ressuscitar com Ele de imediato; é por isso que vimos com quanta coragem Pedro e João, enfrentaram os algozes de Jesus, testemunhando a sua ressurreição.
6. Destarte, esse encontro nas margens do mar de Tiberíades nos recorda que, sem a presença de Jesus Ressuscitado, nossos esforços humanos são estéreis e nossas redes permanecem vazias. Jesus não apenas restaura a esperança perdida dos discípulos, mas também lhes mostra que a missão de "pescadores de homens" só é possível sob a Sua Palavra e orientação.
7. Desse modo, quando reconhecemos a nossa fragilidade e permitimos que o Senhor assuma o comando da nossa barca, o cansaço da noite dá lugar à abundância do novo dia, transformando nossa desilusão em um testemunho vivo de fé.
8. É maravilhoso perceber que ao ouvir o Senhor pedir para lançar as redes próximo de onde estavam e obedecerem, prontamente pegaram tamanha quantidade de peixes que por si mesmos não conseguiram depois de uma noite inteira de trabalho. De fato, Deus age assim quando confiamos na sua Palavra e lhe obedecemos.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Recebendo Jesus ressuscitado...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 24,35-48)(09/04/26)
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1. Queridos irmãos e irmãs, existe em nós uma tendência de nos apegarmos às condições em que nos sentimos seguros, cômodos, como que donos de nós mesmos e de tudo o que nos acontece; por isso, o que mexe com essa aparente segurança, nos incomoda de certa forma; é isso o que acontece quando acolhemos Jesus ressuscitado em nossas almas; por um lado, nos sentimos seguros de sua parte; mas, por outro, inseguros por nós mesmos.
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2. No Evangelho de hoje, percebemos que foi exatamente isso o que aconteceu com os Apóstolos quando se encontraram com o Senhor Jesus após a sua ressurreição. Vejamos o relato: "Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão. Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
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3. De fato, para eles que viram a sua morte cruenta e participaram do seu sepultamento, não foi fácil acreditar de imediato; embora plenos de alegria, porém, devido à experiência negativa que viveram, ainda tinham dúvidas.
4. Todavia, o Senhor as dissipa com sua intervenção empírica, dizendo: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
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5. Sem dúvida alguma, essa é a nova condição, isto é, o novo viver, seja para os redimidos por Cristo; seja para aqueles que ainda não o acolheram; pois, foi para isto que Ele veio à este mundo, como Ele mesmo disse: "Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras." (Ap 21,5).
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6. Ora, neste tempo de crise que estamos atravessando, está mais do que provado que a humanidade precisa urgentemente de nosso Senhor, Jesus Cristo. Porque, ou se volta para Ele totalmente e se converte; ou então se perde nos abismos infernais nos quais está mergulhada atualmente.
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7. Portanto, caríssimos, escutemos atentamente o Senhor nesta exortação do Profeta Joel: "Agora, diz o Senhor, voltai para mim com todo o vosso coração, com jejuns, lágrimas e gemidos; rasgai o coração, e não as vestes; e voltai para o Senhor, vosso Deus; ele é benigno e compassivo, paciente e cheio de misericórdia, inclinado a perdoar o castigo". (Joel 2,12-13).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
A luz da fé dissipa as trevas da nossa ignorância...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 24,13-35)(08/04/26)
terça-feira, 7 de abril de 2026
Deus nos deu o dom da fé para discipar as trevas das nossas misérias...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 20,11-18)(07/04/26)
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1. Caríssimos irmãos e irmãs, a experiência que fazemos com Jesus Ressuscitado se dá em meio às nossas misérias, porque, embora tenhamos consciência de quanto é maravilhoso ama-lo e segui-lo, somos frequentemente tentados a deixar esse belíssimo propósito, para seguir aquilo que nos é sugerido pelas artemanhas do maligno.
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2. No entanto, quando nos deixamos conduzir pelo Espírito Santo, resistimos a tudo o que não nos convém, e assim lutamos contra nós mesmos e às nossas concupicências que se apresentam querendo nos abater ou nos levar à desistir do nosso propósito de santidade.
3. Por isso, precisamos escutar atentamente o que disse o Senhor: "Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca." (Mt 26,41). A carne significa a inclinação que temos para nos deixar levar pelas sugestões do maligno. "Entretanto, diz o Senhor, aquele que perseverar até o fim será salvo." (Mt 24,13).
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4. No Evangelho de hoje vimos esse ato de perseverança em Maria Madalena que busca o corpo do Senhor em meio as incertezas que tomavam os espaços de sua alma abatida por ter presenciado a sua crucifixão; porém, o seu amor por Jesus era tamanho que nada a fez desistir do desejo de encontra-lo.
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5. De fato, às vezes o nosso humano quer falar mais alto do que a fé que recebemos do Senhor; todavia, "quando lutamos contra o nosso pior inimigo, que nós mesmos, vencemos todos os inimigos visíveis e invisíveis", como nos ensinou são Francisco de Assis.
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6. Portanto, carissimos, como vimos nos exemplos acima, o importante é permacermos no Senhor ressuscitado dando os frutos da redenção que Ele realizou em nosso favor, para vivermos em santidade e justiça diante Dele todos os dias de nossa vida.
7. Destarte, de uma coisa fiquemos certo, o Senhor Jesus estará sempre conosco seja qual for a situação ou dificuldade que enfrentarmos, como Ele mesmo prometeu: "Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo." (Mt 28,20).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
domingo, 5 de abril de 2026
Cristo ressuscitou, aleluia! Venceu a morte com amor...
Homilia do Domingo da Ressurreição do Senhor (Jo 20,1-9)(05/04/26)
sábado, 4 de abril de 2026
Iluminados pela Luz de Cristo ressuscitado...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA SÁBADO SANTO (Mt 28,1-10)(04/04/26)
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Só é possível aceitar a cruz e o sofrimento mediante a fé...
Homilia da sexta-feira da Paixão e morte do Senhor (Jo 18,1–19,42)(03/04/26)
1. Caríssimos, em nossa finitude compeendemos que a morte é uma realidade que nos acompanha a cada momento, mas ela é também um grande mistério, desvendado por Cristo que não se poupou, mas por nós se entregou ao Pai como oferta de suave odor para nos livrar do pecado e da morte eterna.
2. De fato, a morte nos incomoda, e de certo modo nos dá medo por não conhecermos o devir, o nosso vir a ser; todavia, por sua morte de cruz o Senhor Jesus nos tranquilizou ao vence-la por sua obediência e amor incondicional ao Pai.
3. E tudo isso Ele fez porque nos amou até o fim e o demonstrou ao dar a sua vida em resgate pela nossa para que a morte nunca mais nos incomodasse ou gerasse medo por não conhecermos o nosso destino eterno.
4. Todavia, para isso o Senhor Jesus nos deu a fé, o seu exemplo de amor e obediência ao Pai que o ressuscitou dos mortos e nos fazendo ressuscitar com Ele; para assim vencermos esse mistério que ultrapassa as nossas forças e o nosso entendimento natural.
5. A Carta aos Hebreus nos ensina como o Senhor Jesus venceu a morte e os inimigos que levam à ela: "Nos dias de sua vida mortal, dirigiu preces e súplicas, entre clamores e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, e foi atendido pela sua piedade.
6. Embora fosse Filho de Deus, aprendeu a obediência por meio dos sofrimentos que teve. E uma vez chegado ao seu termo, tornou-se autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem." (Hb 5,7-9).
7. Portanto, caríssimos, o que significa para nós a morte do Filho de Deus? Significa o retorno ao estado de graça, a volta para a casa do Pai, a nossa participação na sua natureza Divina, e a felicidade eterna no Reino de Deus.
8. Destarte, sigamos confiantes como o Senhor Jesus nos ensinou: "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais." (Jo 14,1-3).
Paz e Bem!
Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
A Eucaristia, é o sacramento da Caridade...
Quinta-feira Santa - Missa da Ceia do Senhor (Jo 13,1-15)(02/04/26)





