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Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: A ALEGRIA DA ALMA NO SENHOR
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: AMO-TE, SENHOR, E INFINITAMENTE QUERO TE AMAR...
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
JESUS FOI PARA UM LUGAR SOLITÁRIO E ALI SE PÔS EM ORAÇÃO
Quando o Filho de Deus «levantando os olhos ao céu
disse: 'Pai, glorifica o Teu Filho'» (Jo 17,1), ensinou-nos através desta ação
que devemos levantar bem alto todos os nossos sentidos, as nossas mãos, as
nossas faculdades, a nossa alma, e rezar n'Ele, com Ele e por Ele. Eis a obra
melhor e mais santa que o Filho de Deus realizou na terra: adorar Seu bem amado
Pai. Mas isto ultrapassa em muito qualquer raciocínio, e não conseguimos de
maneira nenhuma alcançá-lo e compreendê-lo se não for no Espírito Santo. Santo
Agostinho e Santo Anselmo dizem-nos que a oração é «uma elevação da alma para
Deus». [...]quinta-feira, 23 de setembro de 2010
A MORTE NÃO É O FIM...
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A VIDA É UM GRANDE MISTÉRIO
A vida é um grande mistério, mas um grande mistério de amor revelado por Deus a nós; quer em nossa naturalidade (Cf. Rm 1,19-20), quer por meio dos seus santos profetas (Cf. Heb 1,1), quer ainda e, sobretudo, por meio do Seu Filho Jesus Cristo (Cf. Heb 1,2-3), que nos deu a conhecer quem somos e qual é o nosso destino eterno.
Não restam dúvidas de que a maior necessidade que o ser humano tem é a necessidade de Deus. Isto se dá porque em nenhuma criatura encontramos resposta convincente a respeito da vida, da felicidade do existir e da perenidade das mesmas.
Por mais que tenhamos algo material ou alguém, isso não nos basta, porque nossa alma anseia por aquilo que nos preencha totalmente, coisa que a materialidade, nem as criaturas conseguem fazer, visto que todos nós temos a mesma necessidade e diante da morte o “tudo” que pensamos ter, torna-se nada.
Então, é por isso que nossa alma anseia pelo Eterno que se nos revela e nos fala ao coração a todo instante, pois, o Senhor mesmo nos deu a consciência para discernirmos o que é certo e errado, a partir dos valores que cultivamos em nossa liberdade, para escolhermos o que é certo; porque não existe mais liberdade quando nos deixamos prender por aquilo que discernimos como maldade, perversão, distorção da realidade, deturpação do bem viver.
O ser humano só é humano de fato quando vive como um dom de Deus, pois, Cristo assumiu a nossa humanidade para que nos tornássemos divinos Nele. Por isso, sejamos sempre verdadeiros em nosso viver, como é verdadeiro o nosso existir; e que as nossas palavras correspondam sempre ao bem que Deus nos deu, ao dar-nos a vida.
“Em Cristo... pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência; para servirmos à celebração de sua glória”. (Ef 1,7-8.12a).
Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
DE QUE LADO NÓS ESTAMOS?
À medida que vivemos segundo os seus Mandamentos e as virtudes que nos deu, sentimos de imediato os efeitos da sua presença e com isso Ele nos convida a amarmos sem medidas porque o amor é a Virtude por excelência que nos identifica como seus filhos e filhas.
Deus é eterno e interage conosco no tempo por meio da fé e do amor que lhe devotamos. Desse modo o mandamento do amor a Ele acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo é o que ainda sustenta essa nossa humanidade.
Mas chegará um tempo em que as criaturas por não mais amarem o seu Criador e não amarem a si mesmas e entre si, se autodestruirão; porque a única força criativa é o amor; enquanto que o ódio é um veneno espiritual mortal que cega as criaturas fazendo-as praticar toda espécie de maldades, tornado-as insuportáveis umas às outras.
Porém, aqueles que resistirem, por meio da piedade e santidade de vida, às forças do mal, tornar-se-ão mártires do Reino dos Céus pela fidelidade e obediência a Deus que os ama com eterno amor.
Vejamos como se dará a perseguição: “Tiranizemos o justo na sua pobreza, não poupemos a viúva, e não tenhamos consideração com os cabelos brancos do ancião! Que a nossa força seja o critério do direito, porque o fraco, em verdade, não serve para nada. Cerquemos o justo, porque ele nos incomoda; é contrário às nossas ações; ele nos censura por violar a lei e nos acusa de contrariar a nossa educação”.
“Ele se gaba de conhecer a Deus, e se chama a si mesmo filho do Senhor! Sua existência é uma censura às nossas idéias; basta sua vista para nos importunar. Sua vida, com efeito, não se parece com as outras, e os seus caminhos são muito diferentes. Ele nos tem por uma moeda de mau quilate, e afasta-se de nossos caminhos como de manchas. Julga feliz a morte do justo, e gloria-se de ter Deus por pai”.
“Vejamos, pois, se suas palavras são verdadeiras, e experimentemos o que acontecerá quando da sua morte, porque, se o justo é filho de Deus, Deus o defenderá, e o tirará das mãos dos seus adversários. Provemo-lo por ultrajes e torturas, a fim de conhecer a sua doçura e estarmos cientes de sua paciência. Condenemo-lo a uma morte infame. Porque, conforme ele, Deus deve intervir”.
“Eis o que pensam os ímpios, mas enganam-se, sua malícia os cega: eles desconhecem os segredos de Deus, não esperam que a santidade seja recompensada, e não acreditam na glorificação das almas puras. Ora, Deus criou o homem para a imortalidade, e o fez à imagem de sua própria natureza. É por inveja do demônio que a morte entrou no mundo, e os que pertencem ao demônio prová-la-ão”. (Sab 2,10-24).
“Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará. Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz”!
“Se aos olhos dos homens suportaram uma correção, a esperança deles era portadora de imortalidade, e por terem sofrido um pouco, receberão grandes bens, porque Deus, que os provou, achou-os dignos de si. Ele os provou como ouro na fornalha, e os acolheu como holocausto. No dia de sua visita, eles se reanimarão, e correrão como centelhas na palha”.
“Eles julgarão as nações e dominarão os povos, e o Senhor reinará sobre eles para sempre. Os que põem sua confiança nele compreenderão a verdade, e os que são fiéis habitarão com ele no amor: porque seus eleitos são dignos de favor e misericórdia”.
“Mas os ímpios terão o castigo que merecem seus pensamentos, uma vez que desprezaram o justo e se separaram do Senhor: e desgraçado é aquele que rejeita a sabedoria e a disciplina! A esperança deles é vã, seus sofrimentos sem proveito, e as obras deles inúteis. Suas mulheres são insensatas e seus filhos malvados; a raça deles é maldita.
“Feliz a mulher estéril, mas pura de toda a mancha, a que não manchou seu tálamo: ela carregará seu fruto no dia da retribuição das almas”.
“Feliz o eunuco cuja mão não cometeu o mal, que não concebeu iniqüidade contra o Senhor, porque ele receberá pela sua fidelidade uma graça de escol, e no templo do Senhor uma parte muito honrosa, porque é esplêndido o fruto de bons trabalhos, e a raiz da sabedoria é sempre fértil”.
“Quanto aos filhos dos adúlteros, a nada chegarão, e a raça que descende do pecado será aniquilada. Ainda que vivam muito tempo, serão tidos por nada e, finalmente, sua velhice será sem honra. Caso morram cedo, não terão esperança alguma, e no dia do julgamento não encontrarão nenhuma piedade: porque é lamentável o fim de uma raça injusta”. (Sab 3).
ORAÇÃO:
“Mas vós, Deus nosso, sois benfazejo e verdadeiro, vós sois paciente e tudo governais com misericórdia; com efeito, mesmo se pecamos, somos vossos, porque conhecemos vosso poder; mas não pecaremos, cientes de que somos considerados como vossos. Porque conhecer-vos é a perfeita justiça, e conhecer vosso poder é a raiz da imortalidade”. (Sab 15,1-3).
Paz e Bem!
sábado, 29 de novembro de 2008
A VERDADE
As palavras são todas iguais e compostas das mesmas letras. O que as difere, no entanto, são: o conteúdo e a fonte que o inspirou; assim, elas precisam de um motivo nobre para que, de fato, não sejam apenas palavras, mas, verdade.
A Verdade não escreve nada dela mesma, Ela fala e faz o que Ela é, Verdade. Seus seguidores, porém, inspirados pelo Espírito Santo, vivem Nela, Dela e para Ela e A deixam por escrito como testemunho para a posteridade.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade”. (Jo 1,1.14).
“O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos olhos, o que temos contemplado e as nossas mãos têm apalpado no tocante ao Verbo da vida - porque a vida se manifestou, e nós a temos visto; damos testemunho e vos anunciamos a vida eterna, que estava no Pai e que se nos manifestou -, o que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. Escrevemos-vos estas coisas para que a vossa alegria seja completa. (1Jo 1,1-4).
“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. E vós conheceis o caminho para ir aonde vou”. (Jo 14,1-4).
“Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu:Eu sou o caminho, a Verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (Jo 14,5-6).
“Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele. Aquele, porém, que guarda a sua palavra, nele o amor de Deus é verdadeiramente perfeito. É assim que conhecemos se estamos nele: aquele que afirma permanecer nele deve também viver como ele viveu”. (1Jo 2,4-6).
‘lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.(Jo 8,12).
“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”. (Jo 3,19-21).
“Escreve isto: Antes de vir como justo Juiz, venho como Rei da Misericórdia. Antes de vir o dia da justiça, nos céus será dado aos homens este sinal: Apagar-se-á toda luz do céu e haverá uma grande escuridão sobre a Terra. Então aparecerá o sinal-da-Cruz no céu, e dos orifícios onde foram pregadas as mãos e os pés do Salvador sairão grandes luzes, que, por algum tempo, iluminarão a Terra. Isso acontecerá pouco antes do último dia” (D.83). (Diário de Santa Faustina).
A Palavra da Verdade vem ao nosso coração como um profundo alento, renovando todo nosso interior e nos fazendo compreender qual é o destino eterno que nos espera. Porque aqui com o nosso viver, escrevemos o livro de nossa vida e ao chegar diante de Deus faremos a leitura de suas páginas conforme foram vividas; se, porém, algumas páginas foram mal escritas, é necessário que as reescrevamos, por meio do arrependimento e do perdão sacramental, para que a sua leitura seja agradável aos olhos do Senhor. “Então cada um receberá de Deus o louvor que merece”. (1Cor 4,5d).
Paz e Bem!
sábado, 2 de agosto de 2008
NOSSA ORIGEM É DIVINA
Todos nós que aqui vivemos, somos inseguros por natureza, sentimos bem de perto o que isso significa na medida em que somos dependentes de tudo, seja do ar que respiramos; da comida que comemos; da água que bebemos e de modo especial daqueles que nos deram a vida. Ocorre que, quando somos capazes por nós mesmos de alguma coisa, pensamos que podemos tudo e com isso, nos mais das vezes, botamos tudo a perder.
Ora, em nossa humanidade não podemos esquecer que essa nossa dependência nunca nos deixará e que mesmo os homens querendo sentir-se auto-suficientes serão sempre criaturas sujeitas às frágeis condições de nossa existência e nada mais. Porém, quando tratamos essa questão a partir da fé, mudamos nosso entendimento porque passamos a entender melhor qual seja a vontade de Deus à nosso respeito, isto é, passamos a viver o plano do Senhor para a nossa salvação.
E o que quer dizer tudo isso? Quer dizer que a nossa origem não é apenas natural e dependente do tempo; mas, para além da natureza que nos tem e à quem nós temos temporariamente, somos também nascidos da eternidade e para a eternidade, pois nossa origem é divina, porque fomos criados à “imagem e semelhança” de Deus (Gn 1,26). Visto que, ao sermos gerados, nossos pais cumprem apenas a ordem do Criador: “crescei-vos e multiplicai-vos” (Gn 1,28).
De fato, não podemos esquecer nunca nossa origem divina, pois, querendo ou não, haveremos de prestar contas ao nosso Criador e Pai pelos dons que dele recebemos para que aqui vivêssemos de acordo com o seu propósito divino, isto é, o bem e a felicidade de todas as suas criaturas.
Agora vejamos o que São Paulo falou a esse respeito: “Deus fez nascer de um só homem todo o gênero humano, para que habitasse sobre toda a face da terra. Fixou aos povos os tempos e os limites da sua habitação. Tudo isso para que procurem a Deus e se esforcem por encontrá-lo como que às apalpadelas, pois na verdade ele não está longe de cada um de nós. Porque é nele que temos a vida, o movimento e o ser, como até alguns dos vossos poetas disseram: ‘Nós somos também de sua raça’...” (At 17,26-28).
Por isso, “Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá. Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do Espírito colherá a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo colheremos, se não relaxarmos. Por isso, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos os homens, mas particularmente aos irmãos na fé”. (Gl 6,7-9). Então, “Não relaxeis o vosso zelo. Sede fervorosos de espírito. Servi ao Senhor”. (Rm 12,11).
Paz e Bem!
terça-feira, 3 de junho de 2008
NA COMUNHÃO DO SENHOR
NA COMUNHÃO DO SENHOR
Meu Deus! Somos frutos do teu amor e muitas vezes não entendemos o porque de tão grande predileção do Senhor por nós e colocamos tudo a perder com a nossa desobediência e escolhas erradas. Somos templos do Espírito Santo, lugares sagrados onde o Senhor habita, sacrários vivos de Deus e mesmo assim, na ignorância, abandonamos todo esse mistério de amor para vivermos no pecado e na morte.
Senhor, será que somos tão insensíveis a ponto de nos deixarmos escravizar por nossa maneira de pensar e de agir? Será que ainda não entendemos o porque de tua vinda? Deus veio ao mundo criado, tomou nossa carne, uniu-se a nós pela graça do Espírito Santo por meio de Maria e quis ser pão do céu na terra para permanecer para sempre conosco e em nós, para assim nos conduzir à sua glória. “Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim eu nele”. (Jo 6,35. 56).
Então, o que é comungar o Corpo e o Sangue de Cristo, senão permanecer nele, viver nele e dele? Será que dá comungar com o pecado e com o Corpo do Senhor? Não pode existir associação entre a luz e as trevas, ou somos luz ou somos trevas. Ninguém pode servir a dois senhores. A comunhão eucarística é mais do que entendemos ou pensamos a respeito deste sacramento; comungar é ser aquilo que se comunga, não é apenas alimento de salvação, é a própria salvação; é doação mútua, é união perfeita de quem tem sede e fome de eternidade, de santidade, de justiça e de paz. É por isso que São Paulo escreve: “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é esse o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito”. (Rom 12,1-2).
E ainda: “Eu recebi do Senhor o que vos transmiti: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, depois de ter dado graças, partiu-o e disse: ´Isto é o meu corpo, que é entregue por vós; fazei isto em memória de mim`. Do mesmo modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: ´Este cálice é a nova aliança no meu sangue; todas as vezes que o beberdes, fazei-o em memória de mim`. Assim, todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpável do Corpo e do Sangue do Senhor. Que cada um se exânime a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. Aquele que o come e bebe sem distinguir o Corpo e o Sangue do Senhor, come e bebe a sua própria condenação”.
“Esta é a razão por que entre vós há muitos adoentados e fracos, e muitos mortos. Se nos examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, sendo julgados pelo Senhor, ele nos castiga para não sermos condenados com o mundo”. (1Co 11,23-30).
Frei Fernando, OFMConv.


