Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
"Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário". (Sl 26,4).
sexta-feira, 10 de janeiro de 2020
A AUTENTICIDADE DA FÉ...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Lc 5,12-16)(10/01/20)
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Caríssimos, a fé é o dom precioso do Espírito Santo pelo qual nos unimos a Jesus, pondo em prática a Sua Palavra, para assim testemunharmos a Sua presença em nossa vida. De fato, pela experiência que temos, o testemunho é aquilo que dá autenticidade e segurança ao que acreditamos e vivemos; ou seja, significa a ausência de engano na fé que professamos.
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Com efeito, a liturgia de hoje trata da graça de crê e interagir com Deus, nosso Pai, por meio do Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, a partir do testemunho de Deus. Diz são João: "E o testemunho é este: Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida. Eu vos escrevo estas coisas a vós que acreditastes no nome do Filho de Deus, para que saibais que possuís a vida eterna."
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Caríssimos, aqui não se trata de possuir como o entendemos, mas sim de comunhão, obediência, fidelidade, humildade e amor incondicional; pois, quando falamos das graças de Deus, significa que são bens imateriais ou graças especiais que enriquecem nossas almas com a paz e a alegria de viver como filhos e filhas de Deus aqui e eternamente no Seu Reino.
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No Evangelho de hoje Jesus nos dá a conhecer algumas atitudes que precisamos para nos manter autênticos em nossa fé. Primeiro, reconhecer que o pecado é uma espécie de lepra espiritual e somente o Senhor pode nos libertar; segundo, a obediência à Sua Palavra é o meio pelo qual Ele confirma a nossa libertação; e por fim, sermos agradecidos de todo coração por nos ter concedido tão grande dádiva.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
JESUS, O NOSSO BOM PASTOR...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA(Lc 4,14-22a)(09/01/20)
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Caríssimos, a nossa certeza vem do céu, para onde estamos indo conduzidos por Jesus, o Filho amado de Deus, nosso Senhor; bem como rezamos no salmo 94: "Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão." Para as belíssimas pastagens eternas.
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Com efeito, precisamos entender que a fé não é uma teoria nem uma filosofia de vida; mas o dom da evidência divina que nos faz interagir com o Senhor à todo instante do nosso viver. Por isso, precisamos manter essa graça que nos é dada pelo Espírito Santo, para vivermos na Sua presença e da Sua presença sem nunca perde-lo de vista, mesmo se formos acossados por todos os lados pelas tribulações deste mundo.
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É bem como nos ensina a Carta aos Hebreus: "Irmãos, corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus. Em vez de gozo que se lhe oferecera, ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo."
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Caríssimos, o Evangelho de hoje narra o encontro de Jesus com os seus co-irmãos na Sinagoga de Nazaré, sua cidade, como era seu costume; porém, esse foi especial, porque nele inicia à sua missão: "Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir." "Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca."
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De fato, encontrar Jesus e ouvi-lo, é tudo o que precisamos para termos o mesmo entusiasmo dos seus conterrâneos.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
FALA, SENHOR JESUS, QUE O TEU SERVO TE ESCUTA...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,45-52)(08/01/20)
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Caríssimos, estamos no mar revolto deste mundo, mas sempre amparados à medida que permanecemos na Barca de Pedro que é a Santa Igreja; às vezes Jesus nos ordena ir adiante singrar esse mar bravio, mas não sem a certeza da Sua presença; muitos podem até pensar que o Senhor está demorando e se perguntar, será que dá pra suportar as tempestades deste mar tenebroso?
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Com efeito, o que pensaram os Apóstolos ao longo daquela noite de espera? Será que estavam vigilantes ou dormindo? Meditando o Evangelho de hoje, vimos que eles ficaram com medo e pensaram até em fantasma quando viram Jesus passando rente ao barco como se fosse seguir adiante, sinal de que estavam vigilantes; todavia, não se deram conta que era Jesus e por isso se encheram de pavor.
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Caríssimos, a fé e a oração são dons do Espírito Santo por meio dos quais convivemos com Jesus do mesmo modo que os Apóstolos conviveram, porém, de uma forma especial, como Ele mesmo nos ensinou: "Felizes aqueles que creem sem ter visto!" De fato, Deus é invisível, mas tão sensível às nossas almas quanto o ar que respiramos é sensível aos nossos corpos.
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Destarte, rezar é amar, é encontrar o Senhor e dialogar com Ele no mais íntimo de nossas almas. Por isso, como em todo diálogo, precisamos do silêncio dos pensamentos sem o qual só escutamos o nós mesmos e não as respostas do Senhor.
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Portanto, escutemos o Senhor na Eucaristia; na Sagrada Escritura que é a sua voz escrita; por inspiração do Espírito Santo na oração pessoal e pela intercessão da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, na oração do Santo Rosário.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mc 6,34-44)(07/01/20)
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Caríssimos, por mais que queiramos entender como age o poder de Deus, jamais entenderemos, porque isso só é possível mediante a fé; fora dela, buscamos julgar tudo segundo os nossos critérios e raciocínios; no entanto, precisamos cempreender que a vontade e o poder de Deus nunca se ajustam aos nossos limites, porque são infinitos; todavia, aqueles que o amam acima de todas as coisas, compreendem de quanto o Seu Amor é capaz.
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Com efeito, existe uma tendência humana muitíssimo usada em nosso meio, é a de querer julgar tudo e todos segundo os próprios critérios ou pontos de vista, e por causa disso frequentemente pecamos por meio de falsos juízos e condenação dos outros. Mas, quem somos nós para querer julgar os outros e até mesmo Deus?
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Na primeira leitura de hoje, são João nos ensina que o único critério para entender e aceitar a vontade de Deus e acolher seu poder, é o amor, diz ele: "Caríssimos: amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. Quem não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor."
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O Evangelho de hoje mostra um cena dramática, uma multidão escuta atentamente Jesus, se deleita com a sua Palavra e os sinais extraordinários que realizava, mas, não tinha o que comer. "Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e já é tarde. Despede o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer”.
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Caríssimos, quando as nossas orações são cheias de preocupações e medos, nos esquecemos de escutar Jesus para agir conforme a Sua vontade. Ora, quem vive na presença do Senhor e faz comunhão com Ele, que é o Pão da vida eterna, sabe do quanto o Seu Amor é capaz de realizar em nossa vida e não nos deixar faltar nada.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
JESUS,, QUE VENHA A PLENITUDE DO TEU REINO...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 4,12-17.23-25)(06/01/20)
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Caríssimos, à medida que vai se cumprindo o que Deus anunciou pelos profetas, vai também se aproximando o julgamento deste mundo e a vinda da plenitude do Seu Reino. Com efeito, meditando o Evangelho de hoje, penso como seria maravilhoso ver Jesus como aquelas multidões o viram, usufruindo de suas palavras e de seus milagres e prodígios.
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Na verdade, o Senhor continua presente em Sua Igreja realizando as suas obras por meio da celebração dos Sacramentos, onde escutamos a Sua Palavra e experimentos interiormente seus milagres e prodígios como aquelas multidões que o seguiam na terra santa. Bem como meditamos na Carta aos Hebreus: "Jesus Cristo é sempre o mesmo: ontem, hoje e por toda a eternidade."
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Ou seja, espiritualmente compreendemos que a única diferença existente se encontra no véu da fé, pois aqui vivemos sensivelmente a sua presença na Eucaristia e nos outros Sacramentos, que a Igreja chama de teofanias, isto é, ações diretas e sensíveis de Deus. O grande problema que enfrentamos é que muitos professam a fé, mas só intelectualmente e não por meio do testemunho coerente da vivência da Sua Palavra.
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Conclusão: Caríssimos, são João na primeira leitura de hoje nos dá o discernimento do que seja a fé autêntica, diz ele: "Quem guarda os seus mandamentos permanece com Deus e Deus permanece com ele. Que ele permanece conosco, sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu."
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Portanto, "Nisto se reconhece o Espírito de Deus: todo que proclama que Jesus Cristo se fez carne, é de Deus; todo que não proclama Jesus esse não é de Deus, mas é o espírito do Anticristo de cuja vinda tendes ouvido, e já está agora no mundo."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
domingo, 5 de janeiro de 2020
SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR...
Homilia do 2°Dom depois do Natal (Mt 2,1-12)(05/01/20)
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Caríssimos, a Solenidade da Epifania é a revelação de Cristo ao mundo a fim de prepara-lo para o dia da Redenção; de fato, cumprindo todas as profecias do Antigo Testamento, Deus enviou o Seu Filho com o Santo propósito de nos fazer participantes do Seu Reino, por meio do perdão dos nossos pecados para vivermos desde já em estado de graça na sua presença.
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Na primeira leitura vimos o Profeta Isaías anunciando a Epifania do Senhor como o dia em que a Luz de Deus resplandecerá sobre Jerusalém revelando à todas as nações da terra o que Ele está preparando para aqueles que o amam. "Levanta-te, acende as luzes, Jerusalém, porque chegou a tua luz, apareceu sobre ti a glória do Senhor. Os povos caminham à tua luz e os reis ao clarão de tua aurora."
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Com efeito, no Evangelho de hoje, os reis magos ao oferecerem seus presentes proféticos ouro, insenso e mirra, anunciam que o menino Jesus é Rei e reinará sobre todas as nações; que é Deus e por isso recebe as nossas orações representadas pelo insenso, e que a sua Vitória se dará por meio do Seu sacrifício expiatório representado pela mirra.
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Caríssimos, ao enviar o Seu Filho Jesus a este mundo, Deus o fez a fim de permanecer conosco para sempre; pois, por meio dos Sacramentos Ele continua nos salvando a cada momento que os celebramos. De fato, estamos a caminho da vida eterna de modo que mais dias menos dias, chegará o tempo de nossa partida, peçamos então ao Senhor que nos ajude na preparação para esse dia. Pois, como disse o Papa Francisco: "Morrer é sentir-se chamado por Deus, e vai-se alegre para o Grande Encontro."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
sábado, 4 de janeiro de 2020
EIS O CORDEIRO DE DEUS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA (Jo 1,35-42)(4/12/20)
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Caríssimos, na vida estamos sempre procurando alguém ou algo, porém, quando somos bem orientados, fazemos a escolha certa, tomamos as decisões precisas para seguir na vida realizando a vontade de Deus, porque isto significa ama-lo acima de todas as coisas e amar ao próximo como a nós mesmos. Ora, é exatamente o que esta liturgia nos dá a conhecer.
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O Evangelho de hoje narra o belíssimo encontro entre João Batista, dois dos seus discípulos e Jesus. Ora, é fundamental prestarmos atenção nos detalhes desse encontro: "João era tão «amigo do Esposo» que não procurava a sua própria glória, limitando-se a dar testemunho da verdade (Jo 3,29.26). Por isso, "vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” E os discípulos logo o seguiram fielmente e nunca mais o deixaram.
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Com efeito, esse encontro com o Senhor foi tão marcante para eles que São João ao escrever seu Evangelho já ancião recordou o momento exato desse acontecimento, quatro horas da tarde; e santo André foi mais que depressa ao encontro do seu irmão Simão e anunciou: “Encontramos o Messias (que quer dizer: Cristo)”. Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra)."
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Conclusão: Caríssimos, e nós como vivemos esse nosso encontro com o Senhor? Como é a nossa convivência diária com Ele no mistério da Eucaristia, na Sagrada Escritura, em nossa oração pessoal e nas obras de misericórdia que realizamos em seu nome?
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Destarte, também nessa liturgia, são João nos revela que esse encontro com o Senhor e a permanência Nele significa a nossa libertação do pecado e de tudo o que nos prende à este mundo (cf. 1Jo 3,7-10; Jo 1,35-42). Tempo é vida, quem dá o seu tempo ao Senhor tem Nele a vida eterna.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
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Caríssimos, na vida estamos sempre procurando alguém ou algo, porém, quando somos bem orientados, fazemos a escolha certa, tomamos as decisões precisas para seguir na vida realizando a vontade de Deus, porque isto significa ama-lo acima de todas as coisas e amar ao próximo como a nós mesmos. Ora, é exatamente o que esta liturgia nos dá a conhecer.
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O Evangelho de hoje narra o belíssimo encontro entre João Batista, dois dos seus discípulos e Jesus. Ora, é fundamental prestarmos atenção nos detalhes desse encontro: "João era tão «amigo do Esposo» que não procurava a sua própria glória, limitando-se a dar testemunho da verdade (Jo 3,29.26). Por isso, "vendo Jesus passar, disse: “Eis o Cordeiro de Deus!” E os discípulos logo o seguiram fielmente e nunca mais o deixaram.
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Com efeito, esse encontro com o Senhor foi tão marcante para eles que São João ao escrever seu Evangelho já ancião recordou o momento exato desse acontecimento, quatro horas da tarde; e santo André foi mais que depressa ao encontro do seu irmão Simão e anunciou: “Encontramos o Messias (que quer dizer: Cristo)”. Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: “Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas” (que quer dizer: Pedra)."
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Conclusão: Caríssimos, e nós como vivemos esse nosso encontro com o Senhor? Como é a nossa convivência diária com Ele no mistério da Eucaristia, na Sagrada Escritura, em nossa oração pessoal e nas obras de misericórdia que realizamos em seu nome?
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Destarte, também nessa liturgia, são João nos revela que esse encontro com o Senhor e a permanência Nele significa a nossa libertação do pecado e de tudo o que nos prende à este mundo (cf. 1Jo 3,7-10; Jo 1,35-42). Tempo é vida, quem dá o seu tempo ao Senhor tem Nele a vida eterna.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
O SANTÍSSIMO NOME DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 1,29-34)(03/01/20)
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Caríssimos, o nome de uma pessoa na Sagrada Escritura significa não somente a sua identidade, mas também a missão que Deus lhe confia para que se realize as suas maravilhas na vida de quem o traz e de todos. Foi o que revelou o anjo Gabriel à são José ao anunciar-lhe o nascimento de Jesus. Disse ele: "José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados."
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Ora, o Santíssimo Nome de Jesus que todos os batizados trazem gravado em suas almas, é o selo da redenção para que vivam a plena comunhão com Ele e assim sigam os seus passos à caminho do Reino dos Céus. Pois, o Senhor Jesus foi enviado por Deus Pai para perdoar os pecados da humanidade e nos dar o Espírito Santo para nos reconciliar com Ele; e nessa condição, nos mantermos fiéis até o fim.
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No Evangelho de hoje João Batista quando avistou Jesus vindo ao seu encontro, disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." Isso significa que o nome de Jesus tem todo poder sobre o céu e sobre a terra e toda a criação, como nos ensinou são Pedro: "Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos." Por isso, "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." (Jl 3,1-5).
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Conclusão: Caríssimos, na primeira Carta aos Coríntios, assim escreveu são Paulo: "Por isso, eu vos declaro: ninguém, falando sob a ação divina, pode dizer: Jesus seja maldito e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo." Desse modo, compreendemos que a invocação do Nome de Jesus é uma graça que nos é dada pelo Espírito Santo para sermos fiéis até o fim para honra e glória do Seu Santíssimo Nome.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
E ESTA É A VITÓRIA QUE VENCE O MUNDO, A NOSSA FÉ...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Jo 1,19-28)(02/01/20)
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Caríssimos, Deus é amor, é Santo, é o Sumo Bem, é Eterno; tudo sem Ele, é vazio infinito. Ora, os que negam que Deus existe, fazem isso porque o expulsaram dos seus corações por querer submete-lo à seus caprichos, por não obedecerem aos Seus Santos Mandamentos. Por isso, negam também o Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
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São João, na primeira leitura de hoje, nos ensina que essa negação de Deus é fruto da mentira. Diz ele: "Caríssimos: Quem é mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? O Anticristo é aquele que nega o Pai e o Filho. Todo aquele que nega o Filho também não possui o Pai. Quem confessa o Filho possui também o Pai." E nos exorta: "Permaneça dentro de vós aquilo que ouvistes desde o princípio. Se o que ouvistes desde o princípio permanecer em vós, permanecereis com o Filho e com o Pai. E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna."
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Com efeito, «O temor do Senhor é o princípio da sabedoria» (Sl 110,10), e se é o princípio da sabedoria, também é o início do bom caminho. É ele que provoca a confissão dos pecados, que leva o orgulhoso ao arrependimento e que lhe permite escutar a voz daquele que prega no deserto, mandando preparar o caminho e mostrando por onde começá-lo: «Arrependei-vos, porque está próximo o Reino do Céu» (Mt 3,2; cf 4,17).
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Caríssimos, em meio à dicotomia deste mundo, Deus nos enviou o Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, para que crendo Nele tenhamos a vida eterna; mas, antes de sua vinda, enviou João Batista, anunciado pelos profetas, como sua fiel testemunha; todavia, para dirimir todas as dúvidas da humanidade, Ele mesmo o anunciou: "E daquela nuvem fez-se ouvir uma voz que dizia: Eis o meu Filho muito amado, em quem pus toda minha afeição; ouvi-o."
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Portanto, "Todo o que crê que Jesus é o Cristo, nasceu de Deus; e todo o que ama aquele que o gerou, ama também aquele que dele foi gerado. Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: se amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos. Eis o amor de Deus: que guardemos seus mandamentos. E seus mandamentos não são penosos, porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
SOLENIDADE MARIA, MÃE DE DEUS...
Sol. de Santa Maria, Mãe de Deus (Lc 2,16-21)(01/01/20)
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Caríssimos, a compreensão do Grande Mistério da maternidade divina de Maria Santíssima, só é possível mediante a revelação que Deus faz na Sagrada Escritura nos dando a fé para compreendê-lo. Ora, em nossa naturalidade a mãe é aquela que gera a vida natural com a colaboração do pai, tornando assim possível a nossa existência.
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Porém, em se tratando da Fonte Eterna da vida, somente Deus é o seu autor, e nossos pais são seus colaboradores nessa grande dádiva do seu mistério criador. Desse modo, no momento em que é gerada a vida natural, no mesmo instante Deus cria a alma imortal nos dando a possibilidade de vivermos em comunhão com Ele aqui e por toda a eternidade.
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Porém, com o Advento do pecado essa comunhão com o Senhor ficou estremecida, mas, não rompida definitivamente, pois, ao dizer, "crescei-vos e multiplicai-vos," Ele manteve a sua Palavra nos dando a esperança da salvação por meio da encarnação do Seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, nascido como um de nós no seio santo da Virgem Maria, sem a incursão do homem, por isso, nasce sem pecado, porque em Deus não existe pecado.
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Conclusão: Caríssimos, Maria Santíssima é a Mãe de Deus, porque Deus em seu infinito Amor, e a redimiu, isto é, a tornou Imaculada em vista do nascimento do Seu amado Filho, gerado pelo Seu Santo Espírito, como Redentor de toda a humanidade. Desse modo, tudo em Maria é santo, porque Deus é Infinitamente Santo e se uniu à ela, para nos gerar em Cristo como seus filhos, para a vida eterna.
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Portanto, não tem como compreender esse Grandíssimo Mistério de nossa fé somente com as luzes da razão sem o auxílio da graça de Deus; pois, é o Espírito Santo, que recebemos no nosso batismo, quem nos ajuda a compreende-lo.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
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