Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
"Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário". (Sl 26,4).
sexta-feira, 12 de julho de 2019
EIS QUE VOS ENVIO COMO OVELHAS NO MEIO DE LOBOS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 10,16-23)(12.07.19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, no nosso dia a dia nos acostumamos com a normalidade da vida, isto é, com a ordem natural dos acontecimentos e nem damos conta de que tudo pode mudar como que num piscar de olhos; e porque nem sempre nos preparamos para tais mudanças, quando elas acontecem nos fazem passar por grandes sofrimentos ou então, por grandes alegrias. É exatamente o vemos na História de Jacó e seus filhos.
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Com efeito, precisamos entender que a nossa fé em Deus é uma aliança de amor com Ele e isto significa se pôr à disposição dos seus desígnios como o fez Jacó ao receber a Sua visita em sonho, aceitando e seguindo as suas orientações para que se cumprisse precisamente todas as suas promessas.
De fato, quando nos deixamos iluminar pela fé, é o Senhor mesmo quem nos conduz, como meditamos no salmo responsorial de hoje: "A salvação dos piedosos vem de Deus; ele os protege nos momentos de aflição. O Senhor lhes dá ajuda e os liberta, defende-os e protege-os contra os ímpios, e os guarda porque nele confiaram."
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Conclusão: Caríssimos, a saga de Jacó e sua família nos conduz a Cristo que é seu descendente. Ora, assim como Jacó e seus filhos foram fiéis ao Senhor e obtiveram Dele todas as graças; no Evangelho de hoje Jesus nos ensina que a prática das virtudes da prudência e da mansidão que nos faz permanecer em constante comunhão com Ele.
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Mas, atenção, porque Ele também nos alerta a respeito das perseguições e dos desafios que podemos enfrentar, por causa do seu nome, todavia, nos tranquiliza: "Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós."
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 11 de julho de 2019
OS DESÍGNIOS SALVÍFICOS DO SENHOR SE CUMPREM SEMPRE...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 10,7-15)(11.07.19)
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Caríssimos, na história da salvação nada acontece por acaso, pois, Deus que criou todas as coisas tudo determina em Sua Divina Providência segundo os seus desígnios salvíficos, e isso compreendemos pelo desfecho da história de José e seus irmãos, como ele mesmo disse: “Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. Entretanto, não vos aflijais, nem vos atormenteis, por me terdes vendido a este país. Porque foi para a vossa salvação que Deus me mandou adiante de vós, para o Egito”.
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De fato, aqueles que estão nos planos de Deus para a salvação da humanidade podem até sofrer contrariedades e mesmo aparentes derrotas, mas Deus que é o Senhor de todas as coisas, faz chegar à bom termo aquilo que aos olhos do mundo não tem valor ou quem sabe nenhum poder ou significância. Porém, o Senhor faz resplandecer a Sua Divina Luz nas trevas deste mundo pela retidão de vida daqueles que Ele escolhe.
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Com efeito, no Evangelho de hoje Jesus envia os discípulos assim como Deus enviou José, ou seja, em meio às adversidades deste mundo; mas, com um objetivo preciso, como narra Mateus: "Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar!"
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Conclusão: Caríssimos irmãos e irmãs, não resta dúvida que a nossa missão neste mundo tem seus dias contados, porém, sempre em vista do Reino de Deus que anunciamos com palavras e ações como nos ensinou o Senhor. Cabe a nós cumprirmos a nossa missão, servindo ao Senhor em santidade e justiça todos os dias de nossa vida (cf. Lc 1,75).
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
terça-feira, 9 de julho de 2019
OS SIGNIFICADOS DA FÉ...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (09.07.19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, os significados da fé são clarões proféticos que iluminam nossas almas a fim de que vivamos a perfeita comunhão com a vontade de Deus como a viveu Jacó na sua luta com o anjo do Senhor, onde em meio a qual pediu a benção divina e foi atendido em sua súplica. Porém, não antes de ser atingido por ele em um dos seus membros para que tomasse consciência de sua total dependência do Senhor.
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É verdade que todos nós que aqui estamos também lutamos constantemente contra todos os males que se apresentam tentando nos desestabilizar e até tirar nossa vida; no entanto, como nos ensina São Paulo: "Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.
Pois sabemos que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus, nos ressuscitará também a nós com Jesus e nos fará comparecer diante dele convosco."
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Com efeito, ao longo da ação Pastoral de Jesus em meio ao povo escolhido para servir de testemunho ao mundo, vemos dois tipos diferentes de seguidores; os primeiros acreditavam e por isso se admiravam das obras do Senhor e glorificavam a Deus, eram compostos pelos simples e humildes de coração; os outros o seguiam somente para criticar e condenar as suas ações, eram compostos por Escribas, Fariseus e mestres da lei.
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Conclusão: Caríssimos, revendo a história da salvação vemos que os primeiros foram fiéis até o fim no seu seguimento e deram a vida pelo Senhor; os segundos usaram de todas as artimanhas satânicas para o crucificar; no entanto, Deus o ressuscitou dos mortos e nos fez ressuscitar com Ele para o louvor de Sua Glória.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
segunda-feira, 8 de julho de 2019
TUA FÉ TE SALVOU...
PEQUENO SERMÃO DE CADA (Mt 9,18-26)(08.07.19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, o Mistério da fé se faz presente na vida dos humildes de coração, daqueles que saem dos limites de sua finitude para adentrarem no estado de graça onde a ação divina realiza os prodígios que somente o dom da fé pode alcançar. Ora, no Evangelho de hoje ouvimos o Senhor dizer à mulher com o fluxo de sangue: "Coragem, filha! A tua fé te salvou”.
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De fato, a fé perpassa todos os limites de nossa fragilidade, como vimos na primeira leitura onde Jacó sozinho e exausto pelo cansaço de sua peregrinação, encontrou o Senhor em sonho e manteve com Ele o diálogo, fruto da fé que vivia, que resultou nas graças que hoje recebemos, bem como narra o texto: "Em ti e em tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra."
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Todavia, muita atenção para a pergunta de Jesus no Evangelho de São Lucas: "Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?" (Lc 18,8). De fato, em nosso tempo são tantas as distrações e vícios pelos quais somos acossados à ponto de que muitos estão deixando a prática da fé pelas falsas novidades das novas tecnologias. E o resultado é essa onda de mentiras e injustiças que estão levando milhões à perdição e à falência de nossas instituições.
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Conclusão: Caríssimos, ainda no Evangelho de hoje ouvimos Jesus ser caçoado por aqueles que ao invés da piedade cultivavam as distrações e a impiedade, por isso, ao ouvirem a Sua Palavra o desprezaram, no entanto, bastou a fé daquele pai para que a graça da ressurreição de sua filha fosse alcançada. Portanto, bem aventurados os humildes de coração porque deles é o Reino dos Céus.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
domingo, 7 de julho de 2019
IDE E ANUNCIAI O REINO DE DEUS...
14°Dom do tempo comum (Lc 10,1-12.17-20)(07.07.19)
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Caríssimos, a liturgia deste domingo nos recorda que somos participantes da Escola de santidade de nosso Mestre e Senhor, Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo. De fato, por Ele somos preparados para anunciarmos o Reino de Deus, uma vez que depois do batismo os nossos nomes estão escritos nos céus, como o Senhor mesmo nos ensinou no Evangelho de hoje.
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Com efeito, o nosso aprendizado se dá mediante a vivência das instruções que recebemos do Senhor por meio de Sua Palavra dirigida à todos os seus filhos e filhas onde Ele nos transmite todas graças necessárias para sermos suas testemunhas fiéis, nós que estamos à caminho da felicidade eterna. Na segunda leitura de hoje São Paulo nos fala da alegria de ser crucificado com Cristo, de trazer em seu corpo as marcas das Suas chagas e que é isso que nos identifica verdadeiramente com Ele.
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Conclusão: Caríssimos, receber Jesus na Eucaristia é receber Dele a vida em plenitude numa perfeita comunhão de amor; ou seja, é receber do Senhor todos os valores divinos que nos capacitam para o anúncio do Seu Reino. Portanto, aqui estamos realizando a sua santa vontade até o dia em que formos chamados para participarmos de Sua Glória eterna.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
sábado, 6 de julho de 2019
OS DONS E O CHAMADO DE DEUS SÃO IRREVOGÁVEIS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 9,14-17)(06.07.19)
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Caríssimos irmãos e irmãs, a lei perfeita da liberdade nos ensina que a escolha divina teu seu fundamento na graça santificante do amor de Deus; mas, às vezes a intervenção humana usa desvios não lícitos para mudar a escolha divina, no que resulta sacrifício ao Senhor que respeitando o nosso livre arbítrio concerta os nossos equívocos para que não perdamos suas graças e bênçãos.
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Na primeira leitura de hoje vimos a intervenção de Rebeca mudar o até então custume de transmissão da bênção paterna ao primogênito dos filhos. Mas, porquê isso aconteceu? Devido um fator fundamental, trata-se da não valorização da graça recebida por falta de piedade do escolhido, resultando nesse tipo de intervenção e na mudança interna do costume.
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Todavia, chamo a atenção para a validade da graça, uma vez que Deus nunca muda os seus planos ainda que os homens tentem interferir neles. É exatamente como escreveu São Paulo: "Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis."(Rm 11,29). Aliás, também vemos esta assertiva no Livro de Provérbios: "O coração do homem dispõe o seu caminho, mas é o Senhor que dirige seus passos." (Pr 16,9).
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Conclusão: No Evangelho de hoje Jesus é questionado pelos fariseus a respeito do jejum como se a essência da fé dependesse apenas dele; no que o Senhor retrucou mostrando a necessidade da mudança de mentalidade para que essa prática obtenha os resultados desejados. Portanto, quem jejua com a mente cheia de críticas contra os que não fazem o mesmo, perde as graças dessa prática por causa das críticas que carrega na alma.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
quinta-feira, 4 de julho de 2019
A FÉ QUE NOS LIBERTA...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA (Mt 9,1-8)(04.07.19)
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Caríssimos a vida de fé que vivemos é cheia de significados teológicos, ou seja, vivemos aqui em vista do convívio eterno com Deus no seu Reino. Na primeira leitura de hoje, Deus pede em sacrifício a Abraão o seu único filho Isaac no que foi prontamente atendido, pois, ele não confiou em si mesmo, mas em Deus que lhe deu a vida e tudo o que possuía.
Com efeito, a fé inabalável de Abraão resultou no cumprimento de todas as promessas que Deus lhe havia feito e ainda mais, pois, ele representou o próprio Deus que não esitou dar em sacrifício o Seu único Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, como expiação pelos nossos pecados para que livres de todo o mal entrassemos com Ele na vida eterna.
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Também o Evangelho de hoje está repleto de significados teologicos, à começar pela fé demonstrada pelos intercessores que trouxeram o paralítico à presença de Cristo, como bem observou São Mateus ao relatar esse episódio: "Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!”
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Conclusão: Caríssimos, se aproximar de Jesus por meio da fé, é encontrá-lo e Nele permanecer obtendo todos os benefícios que comportam esse encontro. Diferentemente disso se comportaram os mestres da lei que de imediato julgaram e condenaram Jesus como blasfemo, porque não aceitaram que Ele perdoasse os pecados daquele homem, e com isso, deixaram de demonstrar a fé que lhes podia salvar. Portanto, como ouvimos do Senhor no Evangelho de ontem: "Felizes aqueles que crêem sem ter visto!"
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
terça-feira, 2 de julho de 2019
À CAMINHO DO INEVITÁVEL...
À CAMINHO DO INEVITÁVEL...
PEQUENO SERMÃO DE CADA (Mt 8,23-27)(02.07.19)
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Caríssimos, todo o nosso conhecimento das criaturas e de Deus é absolutamente nada diante de Sua Sabedoria e Onipotência, na verdade, somos como que um ínfimo grão de areia na imensidão do mar ou quem sabe a menor partícula que existe no universo infindo que nos acolhe. Todavia, não foi ao sol nem às constelações que Deus criou à sua "imagem e semelhança", mas à nós que aqui vivemos em vista da vida eterna que Ele preparou como herança para aqueles que o amam.
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Na liturgia de hoje nós constatamos um pouco de Sua Onipontência por duas ações que a demonstram claramente, ainda que a constatemos todos os momentos apenas pelo fato de existir. A primeira vemos na destruição de Sodoma e Gomorra quando foram apagadas do mapa dando lugar ao Mar morto presente entre nós até os nossos dias. A segunda causou grande espanto nos Apóstolos ao verem Jesus acalmar a tempestade à ponto de dizerem: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”
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Ora, e mesmo diante do amor e da bondade de Deus demonstrados na criação; a maioria da humanidade vive imersa no pecado praticando toda espécie de maldade por rejeitarem nosso Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus vivo. Por exemplo, hoje em dia os novos deuses deste mundo são as novas tecnologias que toma todo o tempo que deveria ser dado a Deus e à prática das virtudes eternas.
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Conclusão: Caríssimos, este mundo pela quantidade de pecados nele cometidos, caminha para um abismo sem fim como caminharam Sodoma e Gomorra, e pelo visto a sua ruína é irreversível, isto porque os homens se deixaram dominar pelas artimanhas do malígno e se afastam cada vez mais da única solução que os podia salvar, isto é, a conversão à Jesus para uma vida de oração e penitência.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
segunda-feira, 1 de julho de 2019
O JUSTO JUÍZO DE DEUS...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA
(Mt 8,18-22)(01.07.19).
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Caríssimos irmãos e irmãs, os mistérios de Deus são insondáveis e inacessíveis à nós, todavia, Ele os revela aos humildes de coração, porque estes se deixam conduzir pela sabedoria que comporta esses mistérios. Na primeira leitura de hoje contemplamos o mistério da oração intercessória de Abraão diante da iminente destruição de Sodoma e Gomorra, cidades ímpias infestadas pela sodomia, isto é, pelo pecado do homossexualismo.
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Ora, a gravidade desse pecado é de tão grande afronta a Deus que mesmo diante da humildade de Abraão e de sua intercessão, não foi possível livrar essas cidades com todos os seus habitantes, porque não havia o mínimo de justos para as poupar do extermínio que se abateu sobre elas.
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Com efeito, na Carta aos Romanos, São Paulo discorre sobre a gravidade desse pecado, diz ele: "Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura em vez do Criador, que é bendito pelos séculos. Amém!
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Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario."
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Conclusão: Caríssimos, o Mistério da presença de Jesus em nosso meio revela quanto Deus é paciente e misericordioso com suas criaturas; ora, os sete Sacramentos, em especial a Santa Eucaristia, são os sinais sensíveis que o Senhor escolheu para permanecer conosco até o fim dos tempos.
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Por isso, fiquemos certos de uma coisa, Deus é amor e misericórdia infinita para com aqueles que se arrependem de seus pecados e se deixam conduzir por Sua Divina Sabedoria para uma vida de santidade e justiça. Porém, não deixará sem castigo os rebeldes e duros de coração, exercendo sobre eles Seu justo juízo.
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Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria OFMConv.
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