VEM SENHOR JESUS!

"Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não incorre na condenação, mas passou da morte para a vida". (Jo 5,24).

SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO

"Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário". (Sl 26,4).

terça-feira, 29 de novembro de 2011

VIGIAI E ORAI...

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VIGIAI E ORAI...

A convivência com Deus e a permanência Nele é a maior de todas as necessidades da alma humana; na verdade temos como que um desejo quase insaciável da união com o Senhor de nossa vida; digamos que é uma espécie de necessidade permanente que há em nós; uma aspiração de liberdade infinita, de amor sem fim, de felicidade incondicional, etc., desse modo, ver a Deus; conhece-lo, amá-lo e viver Nele, Dele e para Ele é tudo o que precisamos para nos sentirmos plenamente no seu aconchego ou mesmo como sua posse definitiva.

Ocorre que a vida natural nem sempre nos dá essa condição de satisfação espiritual plena, por isso, somos seres profundamente carentes e até ausentes da presença divina, por causa de nossas imperfeições, principalmente no que diz respeito aos exercícios espirituais: desatenção na oração do coração; falta de adoração, de silêncio e escuta interior, da prática das virtudes e outros exercícios piedosos. De fato, isso acontece porque nem sempre temos a percepção de que encontramos Deus profundamente em nossos exercícios espirituais e com isso, deixamos de interagir com o Senhor como interagimos com nossos pais carnais.

Entretanto, o Senhor nos incentiva e instiga para que o busquemos de todo o nosso coração e encontremos Nele a supressão de todas as nossas carências e necessidades, pois o seu amor nos é infinitamente mais que suficiente para nos sentirmos felizes e realizados mesmo estando neste mundo. O fato é que a esperança com que Deus nos cumula, nos faz viver e experimentar antecipadamente o que na eternidade seremos e teremos em toda sua plenitude. Por isso, o Senhor nos convida ao Seu Banquete santo, onde Ele mesmo é o Alimento espiritual perfeito que verdadeiramente nos satisfaz em todos os sentidos; para que assim gozemos de sua intimidade e Ele mesmo, agindo no íntimo de nossas almas, nos faça atingir a perfeição das virtudes e nos santifique para que tenhamos pleno acesso à Sua glória eterna.

De fato, somos a família de Deus presente neste mundo; somos Sua Igreja, a parte visível do Seu Reino, a nova criação; isto porque fomos redimidos e adotados como filhos e filhas em Cristo Jesus, que por sua obediência e imolação, expiou nos pecados definitivamente e nos faz vencer todo mal presente ainda neste mundo. Por isso, em Cristo Jesus, temos acesso a todas as graças e bênçãos de Deus Pai; temos ainda a nosso favor os anjos e santos do Senhor que nos ajuda na vivência da fé; temos também Maria Santíssima, a mãe de Jesus e nossa mãe, como nossa intercessora permanente que nos faz sentir ainda mais na presença de Deus como Sua família.

Portanto, não nos falta nada para vivermos em conformidade com a salvação que nos foi concedida em Cristo Jesus; todavia, não podemos vacilar na vivência de nossa fé para não perdermos tão salutar benefício que de Deus, nosso Pai, recebemos. Logo, precisamos ficar atentos e vigilantes no combate às forças do mal que tenta nos tirar da vida de oração, da comunhão eucarística e da prática dos outros sacramentos; do serviço ao Senhor e da participação nas coisas santas.

Por fim, atenção, muitas vezes as distrações têm levado as pessoas piedosas a relaxarem na fé e com isso perderem as graças recebidas. Ora, isso é um terrível perigo para as nossas almas; podemos nos divertir sim, mas sem perder o “espírito de oração” como nos ensinou são Francisco de Assis, porque somente assim permaneceremos ligados constantemente ao Senhor, mesmo em meio às distrações e imperfeições deste mundo. Então que nada ocupe o lugar que é só de Jesus em nosso coração, se de fato, quisermos vencer a batalha espiritual que ora travamos; caso contrário, sofreremos os danos de nosso desvario e falta de vigilância.

Escutemos, pois, São Paulo para entendermos melhor esse assunto: “Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os dias são maus. Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus. Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo! Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo”. (Ef 5,15-21).

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ESSA É MINHA BATALHA ESPIRITUAL



















É ESSA A MINHA BATALHA ESPIRITUAL

Ø  O amor é uma espécie de provocação santa... O que sei é que, quanto mais provocados, mais amados, mais santos...

Ø  Aprendi a viver com o essencial, porque a providência divina me pede isso. Assim tenho tudo o que Deus quer para me dedicar ao seu Reino...

Ø  Só sabe o que é o pecado quem luta contra ele; quem o segue nunca sabe por que sofre tanto, por isso, põe sempre a culpa nos outros ou em Deus...

Ø  Felicidade é a vida em Deus. Nada se compara a essa verdade, tudo o mais nos será acrescentado pela Divina Providência... Desde que busquemos em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça...

Ø  Aprendi com o Senhor (Cf. Mt 6,33-34) a não atormentar minha alma com preocupações exageradas, mas a confiar e depender da sua divina bondade...

Ø  Quando a vida nos presenteia com chamas ardentes que abrasam nosso ser, chamas vivas de amor que perpassam os limites das fraquezas que tentam nos atingir, gritamos: ó Deus, faz a tua eternidade brotar em mim para que eu viva a felicidade que há em Ti, e somente em Ti, Senhor... Assim minha vida e minhas palavras serão tão eternas quanto o infinito que criastes...

Ø  Eu sei o que preciso fazer para que a vontade de Deus aconteça em minha vida, mas nem sempre faço aquilo que conheço e desejo. Ora, isso não me ajuda a permanecer em estado de graça. Por isso, peço humildemente ao Senhor para me manter na verdade que conheço, amá-la, praticá-la e ser fiel até o fim... Porque já não aguento mais seguir a mim mesmo...

Ø  A verdade é tão maravilhosa que a sinceridade a acompanha sempre e em toda parte... De fato, só a verdade permanece para sempre...

Ø  Eu também sei que nem sempre conseguimos o que queremos, isto acontece porque o nosso querer não é o mesmo querer de Deus para a nossa salvação... E não adiante reclamar ou se lamentar, porque Deus sabe o que é melhor para a nossa vida...

Ø  A verdadeira luta é aquela em que buscamos a santidade de vida e o Reino de Deus em primeiro lugar; assim tudo o mais nos será dado em acréscimo, porque dependemos da providência divina...

Ø  A dúvida é muito boa quando buscamos em Deus a resposta! Deus nunca nos deixa sem resposta, nunca... Nossa busca de Deus é meio eficaz para a nossa salvação, porque somente Nele encontramos a verdadeira segurança...

Ø  Somos contingentes e é por isso que dependemos sempre... Felizes de nós se compreendermos isso; assim, jamais nos colocaremos no lugar de nosso Criador; na verdade, esse foi o grande erro de Adão e Eva, querer ser como Deus, conhecedores do bem e do mal...


***
“Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo. Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.” (Fil 4,4-7).

***

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.



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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O ESTADO DE GRAÇA...



















O ESTADO DE GRAÇA...

Diz-se da alma em plena comunhão com Deus, estado que perdura pelo cultivo da piedade e penitência; vida de oração, vida sacramental e exercício das virtudes acompanhado da vigilância e leitura da Sagrada Escritura (Cf. Mt 26,41). De fato, tenho vivido em meio a uma grande batalha espiritual para me manter em estado de graça. O Senhor, em sua infinita bondade, não me deixa desanimar, pelo contrário, Ele tem me incentivado a continuar a luta, dando-me todas as graças que me faz vencer as terríveis forças do mal que atentam contra a minha alma.

Ora, quais são as fraquezas humanas que fazem o mal se aproveitar delas para nos tirar do estado de comunhão com Deus? Em primeiro lugar, os pensamentos vãos, desordenados e estranhos; e quando isso acontece, procuro logo o Senhor por meio da oração mental (Cf. 1Tes 5,17), porque se tenho o Senhor em meus pensamentos não há lugar para o que não convém a um filho de Deus pensar. Desse modo, procuro seguir o que São Paulo ensinou: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus. Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos.” (Fil 4,6-8).

Em segundo lugar, os meios de comunicação que atraem nossos sentidos a fim de nos manter distantes da oração ou qualquer outro exercício de piedade. Temos que ter muito cuidado com a televisão, internet, rádios e outros meios de distração que tentam tirar nossa concentração das coisas santas. Normalmente procuro filtrar o que vejo nesses meios de comunicação; e mesmo assistindo-os, procuro não me deixar levar por eles, pois, tenho sempre em mãos o controle e com isso posso exercer minha autoridade sobre o que devo ou não devo assistir; todavia, procuro manter a vigilância e a oração, visto que nada acontece sem minha permissão, assim afugento o que não é alimento para minha alma.

Em terceiro lugar, as conversas frívolas, principalmente a respeito da vida alheia; por isso, procuro não falar mal de ninguém e também evito que falem mal dos outros à mim, pois, a coisa mais fácil do mundo é comentar as fraquezas alheias; julgar e condenar os outros. Assim, para vencer tal tentação, procuro ouvir o Senhor: “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados;   dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.” (Lc 6,36-38).

Existem ainda outras fraquezas que nos impedem a perfeita comunhão com Deus, quais sejam: preguiça espiritual; o não serviço ao Senhor; interesses pessoais; busca de satisfação meramente instintiva; autopromoção; desmotivação; superstições, medo, e todos os pecados mortais. Quanto a estas imperfeições temos que ter o maior cuidado, porque elas são meios por onde o mal penetra e age em nossa vida cada vez que as permitimos. Por isso, sejamos atentos para não cairmos em tentação.

Por fim, para se nos manter em estado de graça permanente, precisamos experimentar o fruto dos exercícios espirituais que praticamos, ou seja, gozar das graças que o Espírito Santo nos comunica, seja pelo arrependimento sincero quando falhamos; e para isto, temos o sacramento da confissão; seja ainda pela união com Jesus Eucarístico, alimento perfeito de nossa salvação; pois, quando comungamos o Senhor, Ele age nos purificando e nos santificando para que permaneçamos em sua presença em espirito e verdade como verdadeiras células do seu Corpo, a Igreja, que é a parte visível do Reino de Deus neste mundo.

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

QUEM É DEUS? CONTINUAÇÃO...












QUEM É DEUS?  CONTINUAÇÃO...

O exemplo de Abraão...

Outro exemplo vivo que fez Deus presente no meio dos homens é Abraão. Abraão acreditou, isto é, se uniu ao Senhor e nele permaneceu até o fim dos seus dias neste mundo; e nunca, por nada, quis outra vida fora da vida de fé que Deus lhe concedeu. E foi assim que Abraão conviveu com o Senhor e a partir dessa sua convivência, conviveu também com os homens testemunhando que é possível viver em conformidade com a vontade de Deus neste mundo, por isso, ficou conhecido na história humana até o fim dos tempos como o pai da fé.

O exemplo de Moisés...

Mais um outro exemplo de convivência com Deus,  é o de Moisés que falava com Ele “face a face”; tudo em sua vida e em missão de conduzir os filhos de Abraão, da terra da escravidão até a terra prometida, nasceu sempre do seu convívio permanente com Deus. Homem de oração, penitência, humildade, profunda obediência e temor do Senhor, procurou ouvi-lo sempre para depois agir, impulsionado pelo Espírito Santo e assim poder cumprir os desígnios do Senhor para com seu povo. Moisés é aquele homem que ficou na história como alguém que nunca quis fazer sua vontade própria, porque sabia que a obra da redenção humana não era sua, mas de Deus. Por isso, pôs a vida integralmente a serviço do Senhor, para que tudo o que vivesse ou ordenasse fosse de fato plena vontade de Deus e nada mais fora dela. Com isso, nos deu o belo exemplo do que é ser um homem conduzido pelo Espírito Santo em todos os sentidos da vida.

O exemplo de Maria, Mãe de Jesus...

Em Maria, a Mãe de Jesus, Deus Pai cumpriu todas as promessas que fez ao longo da história da salvação humana. Primeiro, a criou sem pecado em vista do Seu Filho, Jesus Cristo e da nossa salvação, pois em Deus não há pecado; e foi assim que Ele fez nascer Seu Filho de Maria, que o concebeu pela ação direta do Espírito Santo. Segundo, permanecendo Seu Filho no meio de nós, Deus deu curso à nova criação, renovando por Ele todas as coisas, isto é, nos fazendo nascer da água e do Espírito Santo, não para o pecado, mas sim na ordem da graça para a vida eterna; e Maria, a Mãe de Jesus, é aquela que primeiro experimentou tudo isso por sua entrega total a Deus Pai.

Portanto, sua experiência de Deus é única, visto que jamais se repetirá, ou seja, Deus se fez carne em sua carne e habitou no meio de nós. Com isso, ela nos deu o exemplo da perfeita união com o Senhor de toda a vida; Ela, a filha muito amada e consagrada ao serviço de nossa salvação eterna.

“Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós!”

Paz e Bem!

Frei Fernando, OFMConv.


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sábado, 19 de novembro de 2011

ESPOSA DAS ESPOSAS



ESPOSA DAS ESPOSAS

Bem-aventurado João Paulo II
Audiência geral de 1/2/1982

«Sendo filhos da ressurreição, são filhos de Deus»

Enquanto sacramento nascido do mistério da Redenção e, em certo sentido, renascido do amor nupcial de Cristo e da Igreja (cf Ef 5,22-23), o matrimônio é uma expressão eficaz do poder salvífico de Deus, que realiza o Seu eterno desígnio mesmo após o pecado e apesar da concupiscência oculta no coração de cada ser humano, homem e mulher. [...]

Como sacramento da Igreja, o matrimônio é indissolúvel por natureza. Como sacramento da Igreja, é também palavra do Espírito, que exorta o homem e a mulher a modelarem toda a sua vida em comum, haurindo a sua força do mistério da «redenção do corpo». [...] A redenção do corpo significa [...] esta esperança que, na dimensão do matrimônio, pode ser definida como esperança do quotidiano, esperança do temporal [...].

A dignidade dos esposos [...] exprime-se na profunda consciência da santidade da vida à qual ambos dão origem, participando ─ como fundadores duma família ─ nas forças do mistério da criação. À luz desta esperança, que está ligada ao mistério da redenção do corpo, esta vida humana nova, o filho concebido e nascido da união conjugal do seu pai e da sua mãe, abre-se às «primícias do Espírito» «para participar da liberdade e da glória dos filhos de Deus».

E se toda a criação, até ao dia de hoje, geme com as dores do parto, uma esperança particular acompanha a mulher nas dores do parto: a esperança da «revelação dos filhos de Deus» (Rm 8,19-23), esperança da qual todo o recém-nascido, ao vir ao mundo, transporta em si mesmo uma centelha. [...] É a isso que se referem as palavras de Cristo, quando fala da ressurreição dos corpos [...]: «sendo filhos da ressurreição, são filhos de Deus».

Paz e Bem!

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

NÃO COMPLIQUE A VIDA
















NÃO COMPLIQUE A VIDA...

Existe um tempo, dois tempos...
Fora de tempo...
E neles os acontecimentos são inevitáveis...
Especificamente os escândalos...
As falcatruas e corrupções...
Os engodos e as enganações de toda espécie...
Mas, ai de quem os causa...

Por isso, não se prenda a nada deste mundo...
“Porque tudo o que há no mundo
- a concupiscência da carne,
a concupiscência dos olhos e a soberba da vida –
não procede do Pai, mas do mundo.     
O mundo passa com as suas concupiscências,
mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente”. (1Jo 2,16-17).

Ora, a vida é um dom de Deus...
Por isso, precisamos vive-la para a Sua maior glória...
Sem isso, a vida é um risco que se apaga com o tempo...
Deixando suas marcas ou manchas escuras...
Amarguras de quem não viveu conforme os desígnios de Deus...

Logo, nunca enterre os talentos que Deus lhe deu...
Porque enterrá-los significa não amá-los...
Significa, perde-los para sempre...
Por ser indiferente às evidências da graça recebida...
Recebida com o dom da vida...
para que a mesma seja plena...

E que talentos são estes?
São as virtudes eternas presentes em nossas almas...
Bondade, fidelidade, mansidão...
Amor, justiça, paz, perdão...
Verdade, fraternidade, comunhão...
E todos os outros dons recebidos do Espírito Santo...

Portanto, não podemos dizer:
A vida é complicada...
Porque, conforme a graça que nos foi dada,
todos nós sabemos que a vida é maravilhosa...
Nós é que a complicamos...
quando não andamos nos caminhos do Senhor...
Que em seu infinito amor,
dispõe do Seu Reino para a nossa salvação...

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A CONVERSÃO DO CORAÇÃO...















A CONVERSÃO DO CORAÇÃO...

Ao vencedor a segunda morte não causará dano

Num momento, num piscar de olhos, com a última trombeta, pois soará uma trombeta, os mortos ressurgirão incorruptos e nós seremos mudados (1Cor 15,52). Dizendo “nós”, Paulo mostra que alcançarão junto com ele o dom da futura mutação aqueles que agora se mantêm na comunhão eclesial e moral com ele e seus companheiros. Querendo sugerir qual será a mudança, diz: É preciso que o corpo incorruptível se revista de incorruptibilidade, e o mortal se revista de imortalidade (1Cor 15,53). Portanto, para que haja neles a mudança da justa retribuição, precede agora a mudança da gratuita liberalidade. Aos que nesta vida se mudaram do mal para o bem, promete-se o prêmio da futura mudança.

A graça faz com que, primeiro ressurgidos aqui espiritualmente pela justificação, comece a mudança pelo dom divino. Mais tarde, na ressurreição do corpo, que completa a mudança dos justos, a glorificação, sendo sempre perfeita, não sofrerá mudança. A graça da justificação primeiro, e depois da glorificação, muda-os de tal forma que esta glorificação neles permanece imutável e eterna.

Aqui são mudados pela primeira ressurreição, que os ilumina, para que se convertam. Por ela passam da morte para a vida, da iniquidade para a justiça, da incredulidade para a fé, das más ações para a vida santa. Por isso, a segunda morte não tem poder sobre eles. O Apocalipse refere-se a isto quando diz: Feliz quem tem parte na primeira ressurreição; sobre ele não tem poder a segunda morte (Ap 20,6). No mesmo livro, lê-se: Ao vencedor a segunda morte não causará dano (Ap 2,11). Na conversão do coração consiste a primeira ressurreição, no suplício eterno, a segunda morte.

Apresse-se, então, em tornar-se participante da primeira ressurreição quem não quiser ser condenado ao eterno castigo da segunda morte. Pois aqueles que, mudados no presente pelo temor de Deus, passam da vida má para a vida santa, passam da morte para a vida e eles mesmos, em seguida, passarão da vida obscura à glória eterna.

Paz e Bem!

***
“Vós morrestes, meus irmãos, e vossa vida está escondida em Deus com Jesus Cristo. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em sua glória, vós aparecereis com ele igualmente. Portanto, considerai-vos, como mortos ao pecado, mas vivendo para Deus em Jesus Cristo”. (Cl 3,3-4; Rm 6,11).
***

Fonte: Do Tratado sobre o perdão, de São Fulgêncio de Ruspe, bispo (Lib. 2,11.2-12,1.3-4: CCL 91A,693-695) (Séc.VI)



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sábado, 12 de novembro de 2011

FELIZ O HOMEM QUE CONHECE A PRÓPRIA FRAQUEZA















FELIZ O HOMEM QUE CONHECE A PRÓPRIA FRAQUEZA

Isaac, o Sírio (sec. VII), monge perto de Mossul, santo das igrejas ortodoxas - Discursos ascéticos, 1ª série, §21

«Orar sempre, sem desfalecer»

Feliz o homem que conhece a própria fraqueza. Porque esse conhecimento é nele o fundamento, a raiz, o princípio de toda a bondade. [...] Quando um homem se sente desprovido de socorro divino, reza muito. E, quanto mais reza, mais o seu coração se torna humilde. [...] Tendo compreendido realmente isto, guarda a oração na sua alma como um tesouro. E, sendo a sua alegria tão grande, faz da oração uma ação de graças. [...] Assim, guiado por este conhecimento e admirando a graça de Deus, eleva a voz e louva-O e glorifica-O, exprime a sua gratidão, nos píncaros do seu ser maravilhado.

Aquele que conseguiu, verdadeiramente e não em imaginação, alcançar tais sinais e conhecer tal experiência, sabe do que estou a falar e que nada pode impedir isso. Mas que ele cesse de então em diante de desejar coisas vãs. Persevere em Deus, através da oração contínua, no temor de ser privado da abundância do socorro divino.

Todos estes bens são dados ao homem quando este reconhece a sua fraqueza. No seu grande anseio pelo socorro divino, aproxima-se de Deus, permanecendo em oração. E, quanto mais se aproxima de Deus com esta determinação, mais Deus o aproxima dos Seus dons e não lhe retira a Sua graça, devido à sua grande humildade. Pois tal homem é como a viúva que não cessa de pedir ao juiz que lhe faça justiça contra o seu adversário. Deus compassivo retém a Suas graças para que essa reserva incite o homem, que tanta precisão tem d'Ele, a aproximar-se d'Ele e a permanecer junto d'Aquele que é a fonte do seu bem.

Paz e Bem!

         ©Evangelizo.org 2001-2010



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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A AUTENTICIDADE DA FÉ...











A AUTENTICIDADE DA FÉ...

A fé cristã católica não é uma teoria, mas uma força divina comunicada pelo Espírito Santo para a nossa salvação; por ela alcançamos todas as graças e bênçãos necessárias para vivermos a plena comunhão com a Vontade de Deus. De fato, por ser dom de Deus, a fé precisa ser vivida como tal, caso contrário, se torna pedra de tropeço para quem falsamente a professa. Porque, não só basta dizer: “creio em Deus”, mas se faz necessário vivermos em conformidade com o querer de Deus nos seus mandamentos e por meio do Seu Filho Jesus Cristo; e ainda pelo exemplo dos santos e santas que seguiram Jesus ao longo da história da salvação.

Falando a respeito da fé, a carta aos Hebreus diz o seguinte: “A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê. Foi ela que fez a glória dos nossos, antepassados. Pela fé reconhecemos que o mundo foi formado pela palavra de Deus e que as coisas visíveis se originaram do invisível”. (Hb 11,1-3). Ou seja, a fé, além de fundamentar a esperança humana é uma fonte de conhecimento e revelação das coisas que diz respeito a Deus e à todas as suas obras.

Ora, quando a fé é vivida falsamente? Primeiramente, quando os homens fazem dela uma fonte de lucro; e ao que parece isso já virou moda, visto que, descaradamente se funda uma “igreja” em cada esquina, como se fosse uma casa de comércio ou um meio de vida; então, para estes, eis o que diz o Senhor: “Sem dúvida, grande fonte de lucro é a piedade, porém quando acompanhada de espírito de desprendimento. Porque nada trouxemos ao mundo, como tampouco nada poderemos levar. Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto. Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições.” (1Tim 6,6-10).

Segundo, quando os dons de Deus são usados para a autopromoção; mirem o exemplo dos propagadores da fé eletrônica: fábricas de curas e milagres, shows da fé, sessões de descarrego e desencosto, etc., verdadeiro sincretismo autopromocional. Então, para estes, eis o diz o Senhor: “Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniquidade, o filho da perdição, o adversário, aquele que se levanta contra tudo o que é divino e sagrado, a ponto de tomar lugar no templo de Deus, e apresentar-se como se fosse Deus. A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal.” (1Tess 2,3-4.9-12). "Guardai-vos, pois, dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores." (Mt 7,15).

Terceiro, quando há incoerência na vivência da fé. De fato, o homem de Deus quando fala, o faz sempre inspirado pelo Espírito Santo, por isso o que anuncia acontece, porque é porta voz do Senhor e fala de acordo com a sua vontade aquilo que diz respeito ao Seu Reino. Pelo contrário, os falsos profetas falam das coisas de Deus, mas não nada se cumpre, porque os seus interesses são outros, ou seja, muito distantes da vontade de Deus. Assim, acumulam seguidores para si, não para o Senhor. Logo, estes terão um julgamento mais severo, porque não entram no Reino de Deus, e ainda impedem que outros entrem nele. (Cf. Mt 7,15.21-23; 23,1-12).

Paz e Bem!

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terça-feira, 8 de novembro de 2011

CONFESSAI...
















CONFESSAI...

A penitência de um coração sincero

Enquanto estamos aqui na terra, façamos penitência. Com efeito, somos argila na mão do artífice. Se o oleiro, tendo feito um vaso, e, em suas mãos, este se entorta ou quebra, de novo torna a fazê-lo. Se, porém, se decidiu a pô-lo no forno, nada mais há que fazer. Assim também nós, enquanto estamos no mundo e temos tempo, façamos de coração, penitência pelos pecados cometidos, para sermos salvos pelo Senhor.

Porque depois de sairmos do mundo já não mais poderemos reconhecer os nossos pecados nem fazer penitência. Por este motivo, irmãos, se fizermos a vontade do Pai, mantivermos casto nosso corpo e guardarmos os preceitos do Senhor, alcançaremos a vida eterna. O Senhor disse no evangelho: Se não fordes fiéis no pouco, quem vos confiará o muito? Pois eu vos digo: quem é fiel no pouco também será fiel no muito (cf. Lc 16,10-11). Quis dizer: Guardai casto o corpo e imaculado o caráter, para que sejamos dignos de receber a vida.

E ninguém venha dizer que a carne não será julgada nem ressurgirá. Confessai: em que fostes salvos, em que recobrastes a vista, se não foi vivendo ainda nesta carne? Convém-nos, portanto, proteger a carne como templo de Deus. Tal qual fostes chamados no corpo, assim no corpo ireis. Cristo Senhor, que nos salvou, era antes só espírito e fez-se carne e assim nos chamou. Do mesmo modo também nós receberemos a recompensa neste corpo.

Amemo-nos, pois, uns aos outros, para entrarmos todos no reino de Deus. Enquanto temos tempo de ser curados, entreguemo-nos a Deus médico, dando-lhe a paga. Que paga? A penitência brotada de um coração sincero. Com efeito, ele prevê todas as coisas e conhece o que se passa em nosso íntimo. Louvemo-lo, pois, não só de boca, mas de coração, para que nos receba como filhos. De fato o Senhor disse: Meus irmãos são aqueles que fazem a vontade de meu Pai (cf. Lc 8,21s).

Paz e Bem!

Fonte: Da Homilia de um Autor do século segundo - (Cap.8,1-9,11: Funk 1,153-157)



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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

CREIO




















O SÍMBOLO DA FÉ

Abraça, cuidadoso, unicamente a fé que agora a Igreja te entrega para aprendê-la e confessá-la, protegida pelos muros de toda a Escritura. Já que nem todos podem ler as Escrituras, uns por falta de preparo, outros por qualquer ocupação que os impede de conhecê-la, para que não pereçam por ignorância, encerramos nos poucos versículos do símbolo todo o dogma da fé.

Exorto-te a tê-lo como viático durante a vida inteira e não admitir nenhum outro mais. Nem se nós próprios, tendo mudado, dissermos algo contrário ao que ensinamos agora, nem mesmo se um anjo adverso, transfigurado em um anjo de luz, te quiser arrastar ao erro. Pois ainda que nós ou um anjo do céu vos anuncie coisa diferente do que agora recebestes, vos seja anátema (Gl 1.8).

Ouves neste momento apenas simples palavras, mas guarda na memória o símbolo da fé. Em tempo oportuno receberás a confirmação de cada versículo tirado das Sagradas Escrituras. Porque não foi a bel-prazer dos homens que este resumo da fé foi composto, mas selecionados dentre toda a Escritura, os tópicos mais importantes perfazem e abraçam a única doutrina da fé. Da forma como a semente de mostarda num pequenino grão contém muitos ramos assim este símbolo em poucas palavras encerra como num seio materno o conhecimento de toda a religião contida no Antigo e no Novo Testamento.

Considerai, portanto, irmãos, e mantende as tradições que recebestes agora e gravai-as no fundo de vosso coração. Observai-as religiosamente, não aconteça que o inimigo em qualquer lugar venha a espoliar os covardes e negligentes, ou um herege alterar algo do que vos foi entregue. A fé é depositar no banco o dinheiro que vos confiamos. Mas Deus vos pedirá contas do depósito. Peço-vos, assim diz o Apóstolo, diante de Deus, que tudo vivifica, e de Cristo Jesus que deu o seu belo testemunho sob Pôncio Pilatos (Cf. 1Tm 6,13), que conserveis imaculada esta fé entregue a vós, até que apareça nosso Senhor Jesus Cristo.

Agora te foi dado o tesouro da vida. O Senhor exigirá seu deposito por ocasião de seu aparecimento, que no tempo preestabelecido o bem-aventurado e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, manifestará. Ele, o único a possuir a imortalidade, que habita em luz inacessível, a quem ninguém jamais viu nem pode ver (Cf. 1Tm 6,15-16). A ele glória, honra e império pelos séculos dos séculos. Amém

Paz e Bem!

Fonte: Das Catequeses de São Cirilo de Jerusalém, bispo. - (Cat. 5, De fide et symbolo, 12-13;PG 33,519-523) (Séc.IV)



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terça-feira, 1 de novembro de 2011

PARA UM PERFEITO DISCERNIMENTO




















PARA UM PERFEITO DISCERNIMENTO...

Por que me olhas só em minha visibilidade?
Assim, jamais verás o meu eu original...
Porque ele te é invisível aos olhos naturais...
Aprende isto, Deus, nosso Pai, nos criou infinitos...
Ou seja, à sua “imagem e semelhança”...

Porquanto, há certa discrepância entre o que vês e o que sou,
Isto porque a alma humana é transparente, imaterial...
E jamais pode ser alcançada pela visibilidade natural...
Todavia, a constatamos em nós mesmos,
porque somos o que somos...

Difícil entender isso?
Não! Na verdade é só assumirmos o que somos...
Filhos de Deus...
Não criados só para o tempo...
Mas, sim, para a eternidade...
Porque o essencial é invisível aos olhos da carne...

Pelo sim e pelo não, creio que seja de praxe,
olharmos primeiro a aparência...
e depois fazermos algum tipo de julgamento...
Ora, mas isso acontece, porque no mais das vezes,
nos ligamos inconsequentemente a tudo e a todos que encontramos...
E por isso, nos travamos e falhamos quanto ao perfeito discernimento...

Logo, o cristão deve sempre está ligado em Deus...
E a partir dos dons que Dele recebeu...
Fazer o verdadeiro discernimento com isenção e respeito...
E faz assim, porque sabe que a verdade permanece sempre...
E que a inocência é a maior credora da liberdade...


Portanto, seja aonde for,
Esteja com quem estiver...
Fazendo o que aprouver...
Nunca se desligue de Deus...
Porque só permanecendo Nele...
é que somos livres e felizes...
E capazes do mais perfeito discernimento...

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.


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