Aqui encontrarás o que o Senhor te dirá para permaneceres na fidelidade à caminho de sua Glória Eterna.
VEM SENHOR JESUS!
SEJAM BEM VINDOS À ESSA PORTA ESTREITA DA SALVAÇÃO
"Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário". (Sl 26,4).
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domingo, 26 de janeiro de 2020
QUANDO ESTOU EM TUA PRESENÇA SENHOR...
PEQUENO SERMÃO DE CADA DIA
(26/01/20)
QUANDO ESTOU EM TUA PRESENÇA SENHOR...
Quando estou em tua presença, Senhor, tudo em minha vida fala de Ti. Mas quando estás presente, e mesmo assim eu não te percebo...
Tudo não é mais que saudade...
E uma imensa vontade de ti encontrar e em ti permanecer...
E não querer te deixar por nada, por mais nada mesmo.
Porque tudo o que existe não é nada sem a tua presença.
.
O céu e a terra que vejo são lindos. Porém, mesmo toda essa beleza natural...
Em nada se compara à tua Beleza Divina, porque ela é infinita como infinitos são aqueles à quem destes a honra de te conhecer pela fé.
E de te contemplar e te amar por essa mesma fé.
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Senhor, enche-me da santa esperança.
De ver-te um dia face a face no céu.
Na alegria dos teus redimidos.
Na felicidade dos teus eleitos.
Dá-me a capacidade de te amar sem medida.
E te peço ainda, ó Senhor,
permanece definitivamente em minha vida!
Assim nenhuma criatura me afastará de ti.
Assim viverei sempre em ti, por ti e para ti.
.
Porque aqui, por mais que eu queira algo, tudo é muito vago, nada e ninguém me satisfaz.
Isto acontece, porque trago em mim uma paz inquieta.
que não suporta o barulho ensurdecedor deste mundo.
Deste mundo, ó Senhor, que não te conhece e ao que parece não procura te conhecer.
Porque faz do imediatismo a razão de ser de sua busca intrínseca...
Por isso vive na penumbra da vida,
no mais terrível vazio que o indiferentismo traz.
.
Porque aqui no mundo é assim,
muitos só buscam riquezas, status social, fama e poder.
E como que, se esquecem que são simples mortais.
De fato, naturalmente somos apenas um sopro, nada além, nada mais que um sopro.
E se nos falta esse sopro, somos apenas esboços mortos, cadáveres ambulantes prestes a se decompor rumo ao pó.
Todavia, deste-nos alma imortal, capaz do céu.
.
Como seria bom Senhor que todos reconhecessem isso.
Assim jamais abandonariam os teus mandamentos.
Pelo contrário, seguiriam a ti e todos os teus desígnios.
sem jamais te negarem em seus pensamentos, palavras e ações.
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Então, felizes são os que se reconhecem como teus filhos e filhas.
E andam por tuas trilhas e dão testemunho de tuas maravilhas neste mundo.
Estes reconhecem também que lhes dás capacidade para fazer somente o bem, o que te agrada e o que é perfeito.
Assim consagram a ti seus corpos num sacrifício vivo e santo, perfeita oblação de suave odor...
Por isso, não se conformam à este mundo, mas renovam seu espírito no mais profundo do teu amor.
.
Paz e Bem!
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Frei Fernando Maria,OFMConv.
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paz
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: PAZ NA DOR, ALEGRIA DA PRESENÇA DIVINA...
CRÔNICAS DE MINHA ALMA: PAZ NA DOR, ALEGRIA DA
PRESENÇA DIVINA...
A dor nunca foi bem aceita pela humanidade ou quem
sabe, não foi ainda bem trabalhada pela grande maioria de nós; porque normalmente
a dor é sinônimo de sofrimento e a nossa humanidade não aceita o sofrimento
enquanto tal, pois está acostumada com o bem estar do prazer, uma vez que este
traz certa satisfação instintiva que experimentamos na própria pele, isto é,
fisicamente, emocionalmente, sentimentalmente e até espiritualmente; enquanto que
dor e sofrimento são sinônimos de insatisfação ou incomodo, e as encaramos mais
como uma espécie de punição ou castigo do que qualquer outra coisa que possamos
imaginar.
De fato, ninguém neste mundo deixa de ter a
experiência da dor e do sofrimento, isto porque a vida humana não consiste
somente no bem estar, tão almejado por todos, mas nem sempre assimilado na
mesma proporção; uma vez que a dor e o sofrimento, são causados por certas
decisões que tomamos; e com isto, experimentamos as dores desta vida que
poderão ser boas, quando as convertemos para um bem maior; ou péssimas, quando
as tornamos tormentos torturantes e permanentes, que são as dores da alma, cicatrizes
psíquicas difíceis de serem apagadas.
Pois bem, eis que estou no momento passando por
dores físicas paralisantes devido a um acidente automobilístico que sofri, por
conta da terrível imprudência de um motorista que invadiu a contra mão, fazendo
um retorno proibido, levando-me a colidir de frente com a caminhonete que ele estava
dirigindo. O motorista da caminhonete e sua acompanhante nada sofreram, graças
a Deus; sofreram apenas danos materiais, nada que o seguro não repare. Quanto à
mim, fui hospitalizado com fortes dores no peito, na coluna cervical e nas
costelas devido à forte batida, pois que acionei os freios, mas não foi
suficiente para evitar a colisão.
Não sei qual experiência fez o motorista que
causou o acidente; mas, de minha parte tive uma profunda experiência da
presença divina que me fez viver aquele momento como um momento sublime de fé, como
algo único, de tal forma que estou extasiado até agora, com a confiança inabalável
que me foi dada naquele instante e que me fez sentir o quanto Deus me ama e que
Ele está no comando de todas as coisas, e que vela pelo caminho de seus filhos
e filhas. (cf. Sl 1,6).
Descreverei agora a sensação que tive no momento
da colisão. A princípio senti uma profunda paz e a presença de Deus me
protegendo de tal forma que não senti medo algum; pelo contrário, senti uma
alegria muito grande, incomum e diferente de todas as alegrias que já havia sentido,
pois era como se eu estivesse no céu, por isso, não queria sair mais dali,
fiquei em silêncio com os olhos fechados e com uma sensação maravilhosa de
aconchego e proteção, algo indescritível, somente experimentado por quem faz
pela experiência da morte conforme a vontade de Deus. Vivendo o que vivi,
entendi na prática a passagem bíblica do Evangelho de São João onde Jesus nos
revela como será nossa páscoa: “Não se perturbe o vosso coração. Credes em
Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora
assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos
preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou,
também vós estejais.” (Jo 14,1-3). Assim, pude entender como a morte foi
vencida por Cristo nosso Senhor, e como é maravilhosa a nossa partida para os
braços de Deus, nosso Pai Eterno, ou seja, sem dor ou sofrimento algum, mas
serena, cheia de paz e alegria, próprias dos que foram redimidos.
Sem dúvida alguma, a nossa fé católica é
maravilhosamente prática, pois experimentamos imediatamente os efeitos dela naquilo
que estamos vivendo como vontade de Deus em nossa vida. É justamente o que nos
ensina São Paulo na carta aos Romanos: “Aliás, sabemos que todas as coisas
concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos,
segundo os seus desígnios.” (Rm 8,28). São Tiago também nos ensina que
precisamos viver tudo o que vivemos como uma experiência de fé para a nossa
santificação, por isso, escreveu: “Considerai que é suma alegria, meus irmãos,
quando passais por diversas provações, sabendo que a prova da vossa fé produz a
paciência. Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes
perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma.” (Tg 1,3-4).
Portanto, agradeço ao Senhor pelo que vivi e quero
avivar ainda mais minha fé e meu amor ao Senhor, me consagrando mais do que já
sou consagrado a Ele, que me deu a vida e a está conduzindo, segundo o seus
desígnios, para a terra prometida onde os seus filhos e filhas, gozarão a
felicidade eterna que lhes está reservada como herança santa. Por isso, convido
a todos os batizados que não vivem a fé e aos não batizados, ao arrependimento e
à confissão sacramental de seus pecados, a fim receberem o perdão e absolvição
dos mesmos e poderem viver sob a chama ardente da misericórdia de nosso divino
Salvador e Redentor, Jesus Cristo. Peço ainda a intercessão, da Virgem santíssima,
mãe de Jesus e nossa mãe, para que nos acompanhe sempre nessa nossa caminhada
decisiva até o Reino dos Céus, onde Cristo está sentado à direita de Deus Pai com
o Espírito Santo, e de onde há de vir em sua glória para julgar os vivos e o
Seu não terá fim. Amém! Vem, Senhor Jesus, vem!
Paz e Bem!
Frei Fernando,OFMConv.

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
COMO MANTER A PAZ INTERIOR EM MEIO ÀS PROVAÇÕES DO DIA A DIA?
COMO
MANTER A PAZ INTERIOR EM MEIO ÀS PROVAÇÕES DO DIA A DIA?
“Não
vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel:
não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação
ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela”. (1Cor 10,13).
Ø A nossa vida é um dom que
Deus nos deu para que nós o encontremos aqui e permaneçamos Nele, por Ele e
para Ele; isto porque nada neste mundo se compara ao dom da vida que de Deus
recebemos...
Ø O amor é a verdade divina
que preenche todos os espaços de nossas almas e perpassa todo nosso entendimento,
porque gera uma profunda paz interior, por isso, não precisamos de mais nada
fora dessa verdade...
Ø
O
amor perdoa sempre, mas requer dos amentes a compreensão dessa verdade, para
que o perdão seja recíproco e o amor permaneça firme, apesar das imperfeições
que os assola...
Ø Os problemas que se nos
aparecem, nós passamos por eles e os vencemos, porque quem nos conduz é o Senhor.
O Senhor conhece muito bem cada um de nós e sabe que Ele é a nossa única
proteção, porque sem Ele não vamos a lugar nenhum...
Ø O meu prazer é fazer a
vontade de Deus, e que prazer! Nada se compara a essa verdade, unir-se à Jesus Sacramentado,
alimento santo que nos satisfaz plenamente, aqui e por toda a eternidade...
Ø Quem vive da Eucaristia já
experimenta o céu em sua alma, desse modo, o céu está muito mais próximo do que
imaginamos...
Ø Todos os santos se
encontrarão na glória de Deus, disso não podemos nem pensar em ter alguma dúvida...
Ø Veja Jesus em mim, porque também
o vejo em ti, isto nos é mais que suficiente...
Ø Ora, nós os filhos e
filhas de Deus, não vivemos para este mundo, mas vivemos neste mundo para a
eternidade; logo, tudo o que fazemos já é eterno, por isso, é preciso que
correspondamos sempre à vontade de Deus; porque é puro engano e insensatez
viver somente para este mundo...
Ø Nunca estamos sozinhos,
porque Deus nos criou comunidade como Ele; por isso, nunca se sinta só, porque
não somos ilhas, mas continentes eternos em plena comunhão com o Senhor...
Ø Não dê atenção ao pecado
de ninguém, mas perdoe a todos sempre, porque, deste modo, estarás em plena
comunhão com a vontade de Deus, que em nada te falta...
Ø Um olhar sincero é uma das
mais belas comunicações, porque o olhar transparente revela a beleza, a
singeleza e a grandeza da alma...
***
“Referi-vos
essas coisas para que tenhais a paz em mim. No mundo haveis de ter aflições.
Coragem! Eu venci o mundo”. (Jo 16,33).
***
Paz
e Bem!
Frei
Fernando,OFMConv.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
UM TESTEMUNHO DE VIDA À DOIS...

Testemunho de Carlos Alves da Cruz e Maria Teresa Lodi da Cruz, um casal que completou 40 anos de casado em 2003. Este testemunho escrito por eles foi publicado em Dei Verbum. Boletim da Paróquia São Sebastião. Rio de Janeiro. Ano 4, n.º 28, jul./ago. 2003. p. 3
Vale ressaltar que Carlos Alves veio falecer dias antes da publicação do boletim.
Parece que foi ontem e, no entanto, já faz 40 anos. Sim, 40 anos de casados. Já? Ficamos admirados, mas olhando o rosto um do outro somos obrigados a admitir: É verdade, o tempo passou... Mas como aconteceu e não percebemos? Deve ser porque envelhecemos juntos e por isso, nem notamos.
Estávamos tão ocupados um com o outro e com tantas coisas: o trabalho, a educação dos filhos e depois os netos. Tantas horas alegres e tantas tristes. Depressão, doença da moda, nem pensar... Não havia tempo. E de repente, idosos! O que acontece que não ficamos tristes? É que o tempo não levou consigo só coisas boas, como beleza e juventude, mas, sobretudo levou as horas difíceis. E lembrando delas, que afinal não foram poucas, somos tentados a perguntar: Como conseguimos? Ora, bem sabemos a resposta: É porque ficamos juntos.
Sozinho, nenhum de nós teria conseguido. Mas com a graça de Deus, por quem juramos um dia no altar "na alegria e na tristeza", perseveramos.
Tudo isso é muito bonito, mas a verdade é que tiveram sorte, dizem alguns. — É porque deram certo, dizem outros. Não enfrentaram certas crises... e, o mais interessante que dizem: é porque se amavam. Queria ver se o amor tivesse acabado — (Como se isso fosse mágica).
Ora, temos vontade de gritar para que nos ouçam: A ordem destas coisas não é esta! Demos certo porque ficamos juntos! Enfrentamos crises que só Deus conhece, mas vencemos, porque a despeito de tudo, continuamos juntos. E o melhor: amamos-nos sim, porque teimamos e mesmo nos momentos de aridez, permanecemos juntos! Afinal, não se atira fora uma planta valiosa porque perdeu o viço. Ao contrário, a tratamos com mais carinho.
As perguntas, no entanto, continuam: Como foi possível? Confiando naquele que disse: O que Deus uniu, o homem não separe. Confiando na graça do sacramento do matrimônio, que aprendemos a evocar e sempre veio em nosso socorro. Confiando que Deus, depois da tempestade, dá a bonança. Confiando na intercessão poderosa de Nossa Senhora das Bodas de Cana — Não sabemos se este título existe, ou fomos nós que inventamos — que apressou seu Filho a fazer o primeiro milagre para socorrer um casal em apuros. Confiando e rezando, pois nunca deixamos de rezar o terço.
Hoje, em meio à desolação estampada nos rostos dos que se separaram, na busca inútil da felicidade, fora do lugar em que Deus a havia colocado, nós dois, com o alívio de quem escapou de cair num grande abismo, elevamos nossas mãos a Deus para agradecer tudo o que de melhor possuímos: Um ao outro!
Vale ressaltar que Carlos Alves veio falecer dias antes da publicação do boletim.
Parece que foi ontem e, no entanto, já faz 40 anos. Sim, 40 anos de casados. Já? Ficamos admirados, mas olhando o rosto um do outro somos obrigados a admitir: É verdade, o tempo passou... Mas como aconteceu e não percebemos? Deve ser porque envelhecemos juntos e por isso, nem notamos.
Estávamos tão ocupados um com o outro e com tantas coisas: o trabalho, a educação dos filhos e depois os netos. Tantas horas alegres e tantas tristes. Depressão, doença da moda, nem pensar... Não havia tempo. E de repente, idosos! O que acontece que não ficamos tristes? É que o tempo não levou consigo só coisas boas, como beleza e juventude, mas, sobretudo levou as horas difíceis. E lembrando delas, que afinal não foram poucas, somos tentados a perguntar: Como conseguimos? Ora, bem sabemos a resposta: É porque ficamos juntos.
Sozinho, nenhum de nós teria conseguido. Mas com a graça de Deus, por quem juramos um dia no altar "na alegria e na tristeza", perseveramos.
Tudo isso é muito bonito, mas a verdade é que tiveram sorte, dizem alguns. — É porque deram certo, dizem outros. Não enfrentaram certas crises... e, o mais interessante que dizem: é porque se amavam. Queria ver se o amor tivesse acabado — (Como se isso fosse mágica).
Ora, temos vontade de gritar para que nos ouçam: A ordem destas coisas não é esta! Demos certo porque ficamos juntos! Enfrentamos crises que só Deus conhece, mas vencemos, porque a despeito de tudo, continuamos juntos. E o melhor: amamos-nos sim, porque teimamos e mesmo nos momentos de aridez, permanecemos juntos! Afinal, não se atira fora uma planta valiosa porque perdeu o viço. Ao contrário, a tratamos com mais carinho.
As perguntas, no entanto, continuam: Como foi possível? Confiando naquele que disse: O que Deus uniu, o homem não separe. Confiando na graça do sacramento do matrimônio, que aprendemos a evocar e sempre veio em nosso socorro. Confiando que Deus, depois da tempestade, dá a bonança. Confiando na intercessão poderosa de Nossa Senhora das Bodas de Cana — Não sabemos se este título existe, ou fomos nós que inventamos — que apressou seu Filho a fazer o primeiro milagre para socorrer um casal em apuros. Confiando e rezando, pois nunca deixamos de rezar o terço.
Hoje, em meio à desolação estampada nos rostos dos que se separaram, na busca inútil da felicidade, fora do lugar em que Deus a havia colocado, nós dois, com o alívio de quem escapou de cair num grande abismo, elevamos nossas mãos a Deus para agradecer tudo o que de melhor possuímos: Um ao outro!
Aqui está um resumo da essência de um verdadeiro matrimônio.
Paz e Bem!
Fonte: http://perguntascristas.blogspot.com/
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sábado, 29 de novembro de 2008
A VERDADE
A VERDADE
As palavras são todas iguais e compostas das mesmas letras. O que as difere, no entanto, são: o conteúdo e a fonte que o inspirou; assim, elas precisam de um motivo nobre para que, de fato, não sejam apenas palavras, mas, verdade.
A Verdade não escreve nada dela mesma, Ela fala e faz o que Ela é, Verdade. Seus seguidores, porém, inspirados pelo Espírito Santo, vivem Nela, Dela e para Ela e A deixam por escrito como testemunho para a posteridade.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade”. (Jo 1,1.14).
“O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos olhos, o que temos contemplado e as nossas mãos têm apalpado no tocante ao Verbo da vida - porque a vida se manifestou, e nós a temos visto; damos testemunho e vos anunciamos a vida eterna, que estava no Pai e que se nos manifestou -, o que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. Escrevemos-vos estas coisas para que a vossa alegria seja completa. (1Jo 1,1-4).
“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. E vós conheceis o caminho para ir aonde vou”. (Jo 14,1-4).
“Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu:Eu sou o caminho, a Verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (Jo 14,5-6).
“Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele. Aquele, porém, que guarda a sua palavra, nele o amor de Deus é verdadeiramente perfeito. É assim que conhecemos se estamos nele: aquele que afirma permanecer nele deve também viver como ele viveu”. (1Jo 2,4-6).
‘lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.(Jo 8,12).
“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”. (Jo 3,19-21).
“Escreve isto: Antes de vir como justo Juiz, venho como Rei da Misericórdia. Antes de vir o dia da justiça, nos céus será dado aos homens este sinal: Apagar-se-á toda luz do céu e haverá uma grande escuridão sobre a Terra. Então aparecerá o sinal-da-Cruz no céu, e dos orifícios onde foram pregadas as mãos e os pés do Salvador sairão grandes luzes, que, por algum tempo, iluminarão a Terra. Isso acontecerá pouco antes do último dia” (D.83). (Diário de Santa Faustina).
A Palavra da Verdade vem ao nosso coração como um profundo alento, renovando todo nosso interior e nos fazendo compreender qual é o destino eterno que nos espera. Porque aqui com o nosso viver, escrevemos o livro de nossa vida e ao chegar diante de Deus faremos a leitura de suas páginas conforme foram vividas; se, porém, algumas páginas foram mal escritas, é necessário que as reescrevamos, por meio do arrependimento e do perdão sacramental, para que a sua leitura seja agradável aos olhos do Senhor. “Então cada um receberá de Deus o louvor que merece”. (1Cor 4,5d).
Paz e Bem!
As palavras são todas iguais e compostas das mesmas letras. O que as difere, no entanto, são: o conteúdo e a fonte que o inspirou; assim, elas precisam de um motivo nobre para que, de fato, não sejam apenas palavras, mas, verdade.
A Verdade não escreve nada dela mesma, Ela fala e faz o que Ela é, Verdade. Seus seguidores, porém, inspirados pelo Espírito Santo, vivem Nela, Dela e para Ela e A deixam por escrito como testemunho para a posteridade.
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos sua glória, a glória que o Filho único recebe do seu Pai, cheio de graça e de verdade”. (Jo 1,1.14).
“O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos olhos, o que temos contemplado e as nossas mãos têm apalpado no tocante ao Verbo da vida - porque a vida se manifestou, e nós a temos visto; damos testemunho e vos anunciamos a vida eterna, que estava no Pai e que se nos manifestou -, o que vimos e ouvimos nós vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. Escrevemos-vos estas coisas para que a vossa alegria seja completa. (1Jo 1,1-4).
“Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais. E vós conheceis o caminho para ir aonde vou”. (Jo 14,1-4).
“Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu:Eu sou o caminho, a Verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim”. (Jo 14,5-6).
“Aquele que diz conhecê-lo e não guarda os seus mandamentos é mentiroso e a verdade não está nele. Aquele, porém, que guarda a sua palavra, nele o amor de Deus é verdadeiramente perfeito. É assim que conhecemos se estamos nele: aquele que afirma permanecer nele deve também viver como ele viveu”. (1Jo 2,4-6).
‘lhes outra vez Jesus: Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida”.(Jo 8,12).
“Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas aquele que pratica a verdade, vem para a luz. Torna-se assim claro que as suas obras são feitas em Deus”. (Jo 3,19-21).
“Escreve isto: Antes de vir como justo Juiz, venho como Rei da Misericórdia. Antes de vir o dia da justiça, nos céus será dado aos homens este sinal: Apagar-se-á toda luz do céu e haverá uma grande escuridão sobre a Terra. Então aparecerá o sinal-da-Cruz no céu, e dos orifícios onde foram pregadas as mãos e os pés do Salvador sairão grandes luzes, que, por algum tempo, iluminarão a Terra. Isso acontecerá pouco antes do último dia” (D.83). (Diário de Santa Faustina).
A Palavra da Verdade vem ao nosso coração como um profundo alento, renovando todo nosso interior e nos fazendo compreender qual é o destino eterno que nos espera. Porque aqui com o nosso viver, escrevemos o livro de nossa vida e ao chegar diante de Deus faremos a leitura de suas páginas conforme foram vividas; se, porém, algumas páginas foram mal escritas, é necessário que as reescrevamos, por meio do arrependimento e do perdão sacramental, para que a sua leitura seja agradável aos olhos do Senhor. “Então cada um receberá de Deus o louvor que merece”. (1Cor 4,5d).
Paz e Bem!
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
PALAVRAS NÃO SÃO SÓ PALAVRAS, ELAS SÃO IDENTIDADE

PALAVRAS NÃO SÃO SÓ PALAVRAS, ELAS SÃO IDENTIDADE
O importante não é dizer muitas coisas, mas ao dizer algo, é necessário que seja verdadeiro e se diga com amor, mesmo quando não se é ouvido ou não queiram escutar; do contrário as palavras se tornam fuga da verdade, esconderijo dos próprios males ou conivência com a iniqüidade praticada, porque é insensatez querer “tapar o sol com a peneira”, isto é, fingir que não se está vendo o óbvio do pecado humano escondido nas atitudes, gestos ou palavras que ofendem a dignidade humana, o amor a Deus e o respeito que lhe é devido.
As palavras não são só palavras, elas são conteúdos do coração e da vida de cada um de nós. Elas vêem carregadas de pensamentos, sentimentos, desejos, vontades e outros incrementos do humano que compõem o nosso viver. Por isso, falar é mais do que dizer palavras, é um dizer de si mesmo, pois, o nosso falar revela quem somos, o que vivemos e o que pretendemos com nosso viver; mesmo quando se usa de linguagem artificial ou de falsas palavras, cheias de perversas intenções.
Porque é por meio da linguagem que conhecemos a verdadeira identidade de cada um, seja ela visual, falada ou escrita. Porém, não se deve julgar um ser pelo ouvi dizer ou por critérios meramente subjetivos; pois, cada um revela-se a si mesmo naquilo que diz com as palavras ou com a própria vida; por isso, precisamos usar sempre de misericórdia com todos, mas nunca devemos ser ingênuos quanto ao discernimento que precisamos ter para conosco e com os outros.
A convivência é o melhor meio pra se conhecer uma pessoa em sua essência e conhecer-se a si mesmo também. Ninguém ama aquilo que não conhece e ninguém conhece verdadeiramente se não ama. Logo, o amor é o fundamento da vida, do conhecimento, da verdade de cada ser, da convivência agradável e da linguagem que se deve usar em todo e qualquer relacionamento, especialmente o relacionamento com Deus e com o semelhante, porque no amor se encontra o respeito à dignidade do outro e nossa, a admiração, a partilha do que somos, temos e vivemos. Em suma, quem não ama não sabe o que é a vida nem sabe como vivê-la de fato.
Portanto, cada um é o que é diante de Deus naquilo que vive, fala e realiza; e fiquemos certos, nada se oculta aos olhos daquele que tudo criou. E se as nossas escolhas não forem baseadas no amor e no temor do Senhor; tão pouco elas serão feitas para o nosso bem e o bem de todos, porque somente aqueles que são conduzidos pelo Espírito Santo de Deus no seu modo de ser e estar no mundo, é que são capazes de realizar com a própria existência tudo o que Deus nos ensina por meio do seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, pois Ele é o Ápice de toda a Revelação e sem Ele nada somos, nada podemos e nada temos, porque somente Nele se encontra a salvação.
Paz e Bem!
O importante não é dizer muitas coisas, mas ao dizer algo, é necessário que seja verdadeiro e se diga com amor, mesmo quando não se é ouvido ou não queiram escutar; do contrário as palavras se tornam fuga da verdade, esconderijo dos próprios males ou conivência com a iniqüidade praticada, porque é insensatez querer “tapar o sol com a peneira”, isto é, fingir que não se está vendo o óbvio do pecado humano escondido nas atitudes, gestos ou palavras que ofendem a dignidade humana, o amor a Deus e o respeito que lhe é devido.
As palavras não são só palavras, elas são conteúdos do coração e da vida de cada um de nós. Elas vêem carregadas de pensamentos, sentimentos, desejos, vontades e outros incrementos do humano que compõem o nosso viver. Por isso, falar é mais do que dizer palavras, é um dizer de si mesmo, pois, o nosso falar revela quem somos, o que vivemos e o que pretendemos com nosso viver; mesmo quando se usa de linguagem artificial ou de falsas palavras, cheias de perversas intenções.
Porque é por meio da linguagem que conhecemos a verdadeira identidade de cada um, seja ela visual, falada ou escrita. Porém, não se deve julgar um ser pelo ouvi dizer ou por critérios meramente subjetivos; pois, cada um revela-se a si mesmo naquilo que diz com as palavras ou com a própria vida; por isso, precisamos usar sempre de misericórdia com todos, mas nunca devemos ser ingênuos quanto ao discernimento que precisamos ter para conosco e com os outros.
A convivência é o melhor meio pra se conhecer uma pessoa em sua essência e conhecer-se a si mesmo também. Ninguém ama aquilo que não conhece e ninguém conhece verdadeiramente se não ama. Logo, o amor é o fundamento da vida, do conhecimento, da verdade de cada ser, da convivência agradável e da linguagem que se deve usar em todo e qualquer relacionamento, especialmente o relacionamento com Deus e com o semelhante, porque no amor se encontra o respeito à dignidade do outro e nossa, a admiração, a partilha do que somos, temos e vivemos. Em suma, quem não ama não sabe o que é a vida nem sabe como vivê-la de fato.
Portanto, cada um é o que é diante de Deus naquilo que vive, fala e realiza; e fiquemos certos, nada se oculta aos olhos daquele que tudo criou. E se as nossas escolhas não forem baseadas no amor e no temor do Senhor; tão pouco elas serão feitas para o nosso bem e o bem de todos, porque somente aqueles que são conduzidos pelo Espírito Santo de Deus no seu modo de ser e estar no mundo, é que são capazes de realizar com a própria existência tudo o que Deus nos ensina por meio do seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor, pois Ele é o Ápice de toda a Revelação e sem Ele nada somos, nada podemos e nada temos, porque somente Nele se encontra a salvação.
Paz e Bem!

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terça-feira, 7 de outubro de 2008
“SENHOR, ENSINA-NOS A REZAR”
“SENHOR, ENSINA-NOS A REZAR”
“Um dia, num certo lugar, estava Jesus a rezar. Terminando a oração, disse-lhe um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”.(Lc 11,1).
A oração me é um bálsamo para a alma, por ela rompo as fronteiras do tempo e do espaço e me vejo diante do Altíssimo e com Ele me entretenho prostrado aos seu pés entregando tudo o que sou e sinto, enfim, todo o meu viver, trazendo desse encontro seu afeto e segurança que me faz viver neste mundo sem ser deste mundo.
Quando Jesus nos ensina a rezar, Ele o faz na certeza de que devemos nos valer da oração para nos mantermos unidos ao Pai Eterno e por meio dessa união, realizemos em tudo Sua Vontade Santa. Deus habita em nós, isso é um grande mistério de amor, mas ao que parece não despertamos ainda pra essa realidade; porém, quando o fizermos, gozaremos de sua intimidade de tal forma que poderemos até dizer como São Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim”. (Gal 2,20 a).
“Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo...”. (Lc 18,1).
“Por acaso não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que estão clamando por ele dia e noite? Porventura tardará em socorrê-los? Digo-vos que em breve lhes fará justiça. Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?” (Lc 18,7-8).
Também São Paulo quando nos ensina essa prática ele o diz: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus”. (Fil 4,6-7). De fato, Paulo via na oração um meio de permanecermos unidos ao Senhor e sermos conduzidos por Ele à plena santidade que nos reserva em Seu Amor.
Portanto: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26,41). Pois, uma alma vigilante é uma alma obediente e casta, cheia do temor do Senhor, capaz de tudo para lhe agradar, até mesmo da morte de cruz.
Paz e Bem!
“Um dia, num certo lugar, estava Jesus a rezar. Terminando a oração, disse-lhe um de seus discípulos: Senhor, ensina-nos a rezar, como também João ensinou a seus discípulos”.(Lc 11,1).
A oração me é um bálsamo para a alma, por ela rompo as fronteiras do tempo e do espaço e me vejo diante do Altíssimo e com Ele me entretenho prostrado aos seu pés entregando tudo o que sou e sinto, enfim, todo o meu viver, trazendo desse encontro seu afeto e segurança que me faz viver neste mundo sem ser deste mundo.
Quando Jesus nos ensina a rezar, Ele o faz na certeza de que devemos nos valer da oração para nos mantermos unidos ao Pai Eterno e por meio dessa união, realizemos em tudo Sua Vontade Santa. Deus habita em nós, isso é um grande mistério de amor, mas ao que parece não despertamos ainda pra essa realidade; porém, quando o fizermos, gozaremos de sua intimidade de tal forma que poderemos até dizer como São Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim”. (Gal 2,20 a).
“Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo...”. (Lc 18,1).
“Por acaso não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que estão clamando por ele dia e noite? Porventura tardará em socorrê-los? Digo-vos que em breve lhes fará justiça. Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra?” (Lc 18,7-8).
Também São Paulo quando nos ensina essa prática ele o diz: “Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus”. (Fil 4,6-7). De fato, Paulo via na oração um meio de permanecermos unidos ao Senhor e sermos conduzidos por Ele à plena santidade que nos reserva em Seu Amor.
Portanto: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mt 26,41). Pois, uma alma vigilante é uma alma obediente e casta, cheia do temor do Senhor, capaz de tudo para lhe agradar, até mesmo da morte de cruz.
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
NOS CAMINHOS DO SENHOR
“Todos os caminhos do Senhor são graça e fidelidade, para aqueles que guardam sua aliança e seus preceitos”. (Sl 24,10).
É muito bom saber que não há outro caminho para o encontro definitivo com Deus Pai senão o caminho da obediência em Cristo Jesus. Aqui nesse nosso mundo natural, trilham-se vários caminhos, mas todos esses caminhos trilhados não passam de veredas que dão a lugar nenhum; assim, os homens trilham os seus próprios caminhos sem se darem conta que são caminhos de morte, e isso sabemos pelo resultado desses caminhos; pois, se conhece a árvore pelos frutos que dá.
Para nós que seguimos o caminho da perfeição em Cristo Jesus, sabemos que tudo concorre para o bem daqueles que amam o Senhor e não hesitam em segui-lo fielmente, carregando com Ele a cruz que para nós é certeza de ressurreição; pois, a cruz é a porta estreita da salvação e por ela nos exercitamos na mais profunda das experiências humanas que é o amar a Deus acima de todas as coisas, com todas as nossas forças, com todo o nosso ser e entendimento.
Quem, em nosso meio, nunca passou por alguma dificuldade seja ela qual for? Quem nunca chorou as perdas que comumente acontece em meio às provações deste mundo? Sofrimentos são tantos e todos os dias, mas mesmo nos sofrimentos temos lampejos de alentos, de alegria que amenizam nossa dor; temos o conforto da fé e do amor de Deus que nos aponta para o alto da cruz nos dizendo, que é preciso a perseverança porque após a tempestade vem sempre a bonança.
“Considerai que é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma”. (Tg 1,2-4). “Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige? Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos”. (Heb 12,7-8).
“É verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria. Mais tarde, porém, granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz. Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3). Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem. Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor”. (Heb 12,11-14).
Porque “Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela”. (1Cor 10,13). Pois, é impossível amar e servir ao Senhor e não experimentar a sua graça e consolação em toda sua plenitude; é impossível alguém ser fiel a Deus e não viver debaixo do seu divino amparo.
Portanto, quando Jesus nos diz: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”. (Mt 16,24). É porque Ele nos dar a garantia que nos conduzirá à morada eterna, lugar definitivo da consolação dos justos, da felicidade dos eleitos; daqueles que sofreram com Ele as angustias dos inocentes e permaneceram fiéis a toda prova e desafio de fé, na certeza de que o que prevalece para sempre é o amor à verdade e à vontade de Deus que nos criou para a Sua Glória.
Paz e Bem!
É muito bom saber que não há outro caminho para o encontro definitivo com Deus Pai senão o caminho da obediência em Cristo Jesus. Aqui nesse nosso mundo natural, trilham-se vários caminhos, mas todos esses caminhos trilhados não passam de veredas que dão a lugar nenhum; assim, os homens trilham os seus próprios caminhos sem se darem conta que são caminhos de morte, e isso sabemos pelo resultado desses caminhos; pois, se conhece a árvore pelos frutos que dá.
Para nós que seguimos o caminho da perfeição em Cristo Jesus, sabemos que tudo concorre para o bem daqueles que amam o Senhor e não hesitam em segui-lo fielmente, carregando com Ele a cruz que para nós é certeza de ressurreição; pois, a cruz é a porta estreita da salvação e por ela nos exercitamos na mais profunda das experiências humanas que é o amar a Deus acima de todas as coisas, com todas as nossas forças, com todo o nosso ser e entendimento.
Quem, em nosso meio, nunca passou por alguma dificuldade seja ela qual for? Quem nunca chorou as perdas que comumente acontece em meio às provações deste mundo? Sofrimentos são tantos e todos os dias, mas mesmo nos sofrimentos temos lampejos de alentos, de alegria que amenizam nossa dor; temos o conforto da fé e do amor de Deus que nos aponta para o alto da cruz nos dizendo, que é preciso a perseverança porque após a tempestade vem sempre a bonança.
“Considerai que é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência. Mas é preciso que a paciência efetue a sua obra, a fim de serdes perfeitos e íntegros, sem fraqueza alguma”. (Tg 1,2-4). “Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige? Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos”. (Heb 12,7-8).
“É verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria. Mais tarde, porém, granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz. Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3). Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem. Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor”. (Heb 12,11-14).
Porque “Não vos sobreveio tentação alguma que ultrapassasse as forças humanas. Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela”. (1Cor 10,13). Pois, é impossível amar e servir ao Senhor e não experimentar a sua graça e consolação em toda sua plenitude; é impossível alguém ser fiel a Deus e não viver debaixo do seu divino amparo.
Portanto, quando Jesus nos diz: “Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”. (Mt 16,24). É porque Ele nos dar a garantia que nos conduzirá à morada eterna, lugar definitivo da consolação dos justos, da felicidade dos eleitos; daqueles que sofreram com Ele as angustias dos inocentes e permaneceram fiéis a toda prova e desafio de fé, na certeza de que o que prevalece para sempre é o amor à verdade e à vontade de Deus que nos criou para a Sua Glória.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
"O MAL POR SI MESMO SE DESTRÓI"
“O MAL POR SI MESMO SE DESTRÓI”
Deus é eterno e tudo cria para o eterno, essa é uma verdade que experimentamos em nós mesmos, visto que desejamos sempre a vida e nunca a morte; ora, esse desejo é um indício de que o Senhor nos fez para a eternidade e se estamos aqui na temporalidade é para testemunharmos essa verdade.
Por acaso, existe uma afirmação mais evidente a respeito da vida do que esta: a vida é um dom de Deus e para Deus há de voltar? Também por acaso, algum ser subsiste sem que Deus o permita? E por que essa permissão, se temos a percepção do mal e em Deus não exista mal algum? Certamente, essas perguntas exigem no mínino uma resposta que seja convincente. Vejamos, pois.
São Paulo nos ensina: “Porque é em Deus que temos a vida, o movimento e o ser...” (At 17,28 a) e ainda: “Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém”. (Rm 11,38). Então, qual é o sentido da vida e por que o mal existe? O Sentido da vida é eterno, porque fomos criados para a eternidade mesmo no tempo, ou seja, já somos eternos em Deus; porém, o mal consiste na não correspondência a esse amor de Deus que nos sustenta na vida.
E como correspondemos a esse amor de Deus? São Paulo também nos fala sobre isso: “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito”. (Rm 12,1-2).
E quanto ao mal, e, o que será daqueles que agem perversamente? Existe um ditado popular muito interessante: “O mal por si mesmo se destrói”. Em outras palavras, quem pratica a maldade não terá nada mais além da maldade praticada e já a experimenta em seu viver imediatamente; como também aqueles que vivem segundo a vontade de Deus, experimentam prontamente os frutos dessa Sua vontade. Porque é impossível ser honesto, sincero, simples, humilde, bondoso, amoroso e fiel e não experimentar tudo isso no mais íntimo de si mesmo.
Logo, cada um com o seu modo de ser, de pensar, de falar, de sentir e viver projeta na realidade presente o que há de ser eternamente, seja para o bem ou para o mal. De uma coisa tenhamos certeza: todos os dons e capacidades para vivermos em comunhão perfeita com o Senhor foi nos dado. Além do que, graça alguma nos faltará para atingirmos a perfeição desejada e querida pelo Criador e Pai de nossas almas que nos sustenta e nos governa.
Eis o que São Paulo nos diz na Carta aos Efésios: “Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos”. (Ef 1,3-4).
“No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade, para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado. Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência”. (Ef 1,5-8).
Portanto, ninguém poderá se justificar diante de Deus pelo mal praticado, a não ser que haja um arrependimento verdadeiro e uma transformação que leve o penitente à uma prática que seja agradável ao Senhor; do contrário, o ímpio certamente pagará por suas impiedades; enquanto que o justo experimenta aqui e por toda a eternidade os frutos da retidão dos seus atos, mesmo que momentaneamente sofra as tribulações e desafios de fé que são próprias daqueles que não se rendem à mentalidade deste mundo.
“Afora vós, o que há para mim no céu? Se vos possuo, nada mais me atrai na terra. Meu coração e minha carne podem já desfalecer, a rocha de meu coração e minha herança eterna é Deus. Sim, perecem aqueles que de vós se apartam, destruís os que procuram satisfação fora de vós. Mas, para mim, a felicidade é me aproximar de Deus, é pôr minha confiança no Senhor Deus, a fim de narrar as vossas maravilhas diante das portas da filha de Sião”. (Sl 72,25-28).
Paz e Bem!
Deus é eterno e tudo cria para o eterno, essa é uma verdade que experimentamos em nós mesmos, visto que desejamos sempre a vida e nunca a morte; ora, esse desejo é um indício de que o Senhor nos fez para a eternidade e se estamos aqui na temporalidade é para testemunharmos essa verdade.
Por acaso, existe uma afirmação mais evidente a respeito da vida do que esta: a vida é um dom de Deus e para Deus há de voltar? Também por acaso, algum ser subsiste sem que Deus o permita? E por que essa permissão, se temos a percepção do mal e em Deus não exista mal algum? Certamente, essas perguntas exigem no mínino uma resposta que seja convincente. Vejamos, pois.
São Paulo nos ensina: “Porque é em Deus que temos a vida, o movimento e o ser...” (At 17,28 a) e ainda: “Dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele a glória por toda a eternidade! Amém”. (Rm 11,38). Então, qual é o sentido da vida e por que o mal existe? O Sentido da vida é eterno, porque fomos criados para a eternidade mesmo no tempo, ou seja, já somos eternos em Deus; porém, o mal consiste na não correspondência a esse amor de Deus que nos sustenta na vida.
E como correspondemos a esse amor de Deus? São Paulo também nos fala sobre isso: “Eu vos exorto, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, a oferecerdes vossos corpos em sacrifício vivo, santo, agradável a Deus: é este o vosso culto espiritual. Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bom, o que lhe agrada e o que é perfeito”. (Rm 12,1-2).
E quanto ao mal, e, o que será daqueles que agem perversamente? Existe um ditado popular muito interessante: “O mal por si mesmo se destrói”. Em outras palavras, quem pratica a maldade não terá nada mais além da maldade praticada e já a experimenta em seu viver imediatamente; como também aqueles que vivem segundo a vontade de Deus, experimentam prontamente os frutos dessa Sua vontade. Porque é impossível ser honesto, sincero, simples, humilde, bondoso, amoroso e fiel e não experimentar tudo isso no mais íntimo de si mesmo.
Logo, cada um com o seu modo de ser, de pensar, de falar, de sentir e viver projeta na realidade presente o que há de ser eternamente, seja para o bem ou para o mal. De uma coisa tenhamos certeza: todos os dons e capacidades para vivermos em comunhão perfeita com o Senhor foi nos dado. Além do que, graça alguma nos faltará para atingirmos a perfeição desejada e querida pelo Criador e Pai de nossas almas que nos sustenta e nos governa.
Eis o que São Paulo nos diz na Carta aos Efésios: “Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do céu nos abençoou com toda a bênção espiritual em Cristo, e nos escolheu nele antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, diante de seus olhos”. (Ef 1,3-4).
“No seu amor nos predestinou para sermos adotados como filhos seus por Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua livre vontade, para fazer resplandecer a sua maravilhosa graça, que nos foi concedida por ele no Bem-amado. Nesse Filho, pelo seu sangue, temos a Redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas da sua graça que derramou profusamente sobre nós, em torrentes de sabedoria e de prudência”. (Ef 1,5-8).
Portanto, ninguém poderá se justificar diante de Deus pelo mal praticado, a não ser que haja um arrependimento verdadeiro e uma transformação que leve o penitente à uma prática que seja agradável ao Senhor; do contrário, o ímpio certamente pagará por suas impiedades; enquanto que o justo experimenta aqui e por toda a eternidade os frutos da retidão dos seus atos, mesmo que momentaneamente sofra as tribulações e desafios de fé que são próprias daqueles que não se rendem à mentalidade deste mundo.
“Afora vós, o que há para mim no céu? Se vos possuo, nada mais me atrai na terra. Meu coração e minha carne podem já desfalecer, a rocha de meu coração e minha herança eterna é Deus. Sim, perecem aqueles que de vós se apartam, destruís os que procuram satisfação fora de vós. Mas, para mim, a felicidade é me aproximar de Deus, é pôr minha confiança no Senhor Deus, a fim de narrar as vossas maravilhas diante das portas da filha de Sião”. (Sl 72,25-28).
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